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Milena Teixeira

A filiação de Pacheco e o 1º de abril

Ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco se filia ao PSB nesta quarta-feira (1/4) após meses de indefinição sobre seu futuro partidário

Repórter de Milena Teixeira01/04/2026 16:54, atualizado 01/04/2026 18:26
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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
A filiação de Pacheco e o 1º de abril

O senador Rodrigo Pacheco e seus interlocutores receberam um alerta inusitado de aliados sobre a data escolhida para sua filiação ao PSB.

O motivo da preocupação? Por se tratar de 1º de abril, conhecido como Dia da Mentira. A avaliação da classe política de Minas Gerais é de que a coincidência poderia gerar má repercussão.

Ex-presidente do Senado, Pacheco se filia ao partido, presidido por João Campos, na noite desta quarta-feira, em Brasília, após meses de indefinição sobre seu futuro partidário.

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Pacheco (PSB) também aparece como nome que não seria votado por 35% dos eleitores em MG
Senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG)
Senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG)
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Senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG)

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Pacheco (PSB) também aparece como nome que não seria votado por 35% dos eleitores em MG
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Pacheco (PSB) também aparece como nome que não seria votado por 35% dos eleitores em MG

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Senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG)
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Senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG)

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Fontes ouvidas pela coluna afirmam que Pacheco foi avisado sobre a escolha do data da filiação no Dia da Mentira.

A interpretação é de que a data poderia dar margem a interpretações equivocadas sobre o movimento do senador.

Pacheco, no entanto, está com prazo apertado. De acordo com a Justiça Eleitoral, dentro das regras da janela partidária, ele precisa se filiar até sexta-feira (3/4), feriado nacional da Paixão de Cristo.

A ida de Pacheco para o PSB, segundo interlocutores, abre caminho para que o parlamentar se candidate ao governo de Minas.

O senador  irá fazer palanque para o presidente Lula no estado, segundo maior colégio eleitoral do país.