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Manoela Alcântara

Vento derruba tenda que abrigava jornalistas no STF.

Jornalistas acompanham a sessão na marquise do STF. Corte julga se inicia ou não investigação contra o ministro Alexandre de Moraes

15/09/2026 15:02, atualizado 15/09/2026 15:34
Vento derruba tenda que abrigava jornalistas no STF
Vento derruba tenda que abrigava jornalistas no STF

Após uma forte chuva atingir a região central de Brasília nesta terça-feira (15/9), a tenda que abrigava os jornalistas no Supremo Tribunal Federal (STF) caiu. Os profissionais de imprensa acompanham, do lado de fora, a sessão que julga a abertura ou não de uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes.

A estrutura caiu em cima da TV que transmitia a sessão para os jornalistas. Houve gritos de surpresa, mas ninguém ficou ferido.

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Chuva forte derruba tenda de onde jornalistas cobrem a Sessão Extraordinaria do Supremo Tribunal Federal
Chuva forte derruba tenda de onde jornalistas cobrem a Sessão Extraordinaria do Supremo Tribunal Federal
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Chuva forte derruba tenda de onde jornalistas cobrem a Sessão Extraordinaria do Supremo Tribunal Federal

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES
Chuva forte derruba tenda de onde jornalistas cobrem a Sessão Extraordinaria do Supremo Tribunal Federal
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Chuva forte derruba tenda de onde jornalistas cobrem a Sessão Extraordinaria do Supremo Tribunal Federal

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES

A sessão começou às 10h. Por volta das 13h, foi suspensa, e retomou às 15h. Os ministros avaliam o relatório sobre mensagens trocadas entre o ministro e Daniel Vorcaro, no âmbito do Caso Master.

A primeira parte da sessão foi marcada por tensão entre os ministros. Moraes chamou a investigação de “fraudulenta” e classificou a condução de André Mendonça como “mafiosa”. Gilmar Mendes também entrou em confronto com Mendonça e afirmou haver “um viés político-eleitoral” na forma como o caso foi conduzido.

Mendonça rebateu ambas as alegações e classificou a fala de Gilmar como “leviana”. Ele e Fux citaram a existência de uma Polícia Federal (PF) “paralela”, voltada ao monitoramento de ministros da Corte.

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Na volta da sessão, os ministros votarão a questão de ordem de juntar os processos contra Moraes e a respeito da conduta de Mendonça e de adiar para o julgamento para 23 de setembro.