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Manoela Alcântara

STJ dá 15 dias para Zema se manifestar sobre acusação de calúnia contra Gilmar

Magistrado acusou o ex-governador de MG de calúnia por causa de vídeo em que ministros são representados por fantoches

01/06/2026 13:18, atualizado 01/06/2026 13:42
Luis Nova/Especial Metrópoles @LuisGustavoNova
STJ dá 15 dias para Zema se manifestar sobre acusação de calúnia contra Gilmar

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou um prazo de 15 dias para que o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato à Presidência da República pelo Novo, manifeste-se na acusação de calúnia contra o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Em março, a Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou Zema por calúnia após publicação de vídeo com fantoches nas redes sociais.

A produção, intitulada de “Os Intocáveis”, mostra Gilmar Mendes e Dias Toffoli representados por fantoches. O vídeo simula ainda diálogos entre os dois magistrados, que são representados pelos bonecos.

Segundo o Metrópoles apurou, Zema já foi notificado. O presidente do STJ, ministro Luis Felipe Salomão, vai aguardar a resposta e depois liberar para a recebimento ou não da denúncia da PGR na Corte especial. Em caso de denúncia, a ação pode ser julgada em agosto.

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Ministro do STF Gilmar Mendes
Gilmar Mendes e Zema trocaram farpas
O pré-candidato do Novo à Presidência da República Romeu Zema
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O pré-candidato do Novo à Presidência da República Romeu Zema

Luis Nova/Especial Metrópoles @LuisGustavoNova
Ministro do STF Gilmar Mendes
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Ministro do STF Gilmar Mendes

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Gilmar Mendes e Zema trocaram farpas
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Gilmar Mendes e Zema trocaram farpas

Reprodução/Metrópoles

A PGR entendeu que cabe denúncia contra Zema pela prática do crime de calúnia, em sua modalidade majorada, praticado contra Gilmar.

Em 20 de abril, Gilmar Mendes pediu ao ministro Alexandre de Moraes que incluísse Zema no Inquérito das Fake News.

Em trecho do documento entregue ao relator, o magistrado diz que Zema “vilipendia não apenas a honra e a imagem do Supremo Tribunal Federal, como também da minha própria pessoa”.