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Manoela Alcântara

Presidente do STJ defende processo eleitoral: "Absolutamente seguro"

O ministro Luis Felipe Salomão defendeu a lisura do processo eleitoral brasileiro durante visita a Maputo, capital de Moçambique

30/10/2026 19:55
Divulgação/STJ
imagem colorida do ministro Luis Felipe Salomão

O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Luis Felipe Salomão, defendeu a lisura do processo eleitoral brasileiro durante visita a Maputo, capital de Moçambique, nesta sexta-feira (30/10).

Em meio a questionamentos feitos pelo candidato Flávio Bolsonaro (PL), derrotado nas urnas por Luiz Inácio Lula da da Silva (PT), defendeu o resultado que as urnas mostraram, no último domingo (25/10), quando foi realizado o segundo turno para presidente: “O processo eleitoral é absolutamente seguro e transparente no Brasil”, afirmou.

A afirmação do presidente do STJ ocorreu ao ser questionado por jornalistas de Moçambique sobre as afirmações de Flávio, que fugiu do Brasil, acerca de fraudes no pleito.

“No Brasil, realizamos eleições transparentes, limpas, para mais de 150 milhões de votantes, onde apresentamos o resultado no mesmo dia com segurança, com transparência, com observação internacional, com todo mundo participando, os partidos fiscalizando o processo eleitoral, nenhum traço de irregularidade, nenhum questionamento”, respondeu.

Salomão engrossa o coro acerca da transparência e seriedade das eleições no Brasil ao se posicionar da mesma maneira que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, e o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). políticos de direita e esquerda e representantes de outros países também reconheceram a legitimidade das eleições.

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O presidente do STJ encerra neste domingo (1º/11) visita institucional a Moçambique após diversas reuniões, como no Ministério da Justiça, Assembleia da República, Tribunal Supremo de Moçambique, e a participação em conferência dos presidentes dos Supremos Tribunais de Justiça dos países de língua portuguesa para medidas de prevenção ao tráfico de crianças e adolescentes.