Manoela Alcântara

Moraes abre prazo para alegações finais em ação contra Eduardo

PGR e defesa terão 15 dias para alegações. A etapa é a última antes do julgamento no STF, e Eduardo é réu por coação.

atualizado

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Deputado Eduardo Bolsonaro PL-SP é entrevistado no estúdio Metrópoles
1 de 1 Deputado Eduardo Bolsonaro PL-SP é entrevistado no estúdio Metrópoles - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o início do prazo para a apresentação das alegações finais na ação penal contra o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL).

Em decisão na tarde desta quinta-feira (23/4), o ministro, relator do processo no STF, abriu prazo de 15 dias para as manifestações. É a última etapa antes do julgamento do caso.

Pela ordem processual, a primeira a se manifestar é a acusação, representada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), seguida pela defesa do réu, cada uma dentro do mesmo prazo.

Moraes explicou que a medida ocorre após o encerramento da fase de instrução do processo, já que nenhuma das partes apresentou requerimento de diligências. A última etapa antes das alegações finais foi o interrogatório, mas Eduardo não compareceu.

O ministro também determinou que tribunais encaminhem ao STF, no prazo de cinco dias, as certidões de antecedentes criminais de Eduardo.

O filho do ex-presidente é réu na ação por suposta prática do crime de coação no curso do processo, no âmbito da trama golpista.

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Interrogatório

O interrogatório do ex-deputado estava marcado para 14 de abril, mas ele não compareceu à audiência por videoconferência.

A audiência durou pouco mais de dois minutos e foi conduzida pelo gabinete de Moraes.

Além dele, a defesa, que está sob responsabilidade da Defensoria Pública da União (DPU), também não esteve presente.

Em novembro do ano passado, a Primeira Turma do Supremo recebeu a denúncia da PGR, que pedia que Eduardo respondesse como réu por coação.

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