Fachin faz balanço do CNJ e diz que instituições devem servir à população
Em balanço do primeiro ano à frente do CNJ, ministro defendeu que as decisões do conselho tenham efeito concreto na vida das pessoas

O presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Edson Fachin, fez um balanço de seu primeiro ano à frente do órgão e afirmou que as instituições precisam servir à população.
A declaração foi feita na sede do conselho, em Brasília. Segundo Fachin, o CNJ precisa fazer com que suas decisões saiam do papel e tenham efeito na vida das pessoas.
O ministro completa um ano à frente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF).
No balanço, o ministro disse que o órgão analisou 34 processos administrativos disciplinares e aplicou penalidades em 30 deles. Também afirmou que o conselho terá como prioridades o combate à violência contra as mulheres, ao crime organizado e à demora nos processos previdenciários.
Entre no canal de WhatsApp da Coluna Manoela Alcântara“As instituições não se fortalecem para si mesmas; fortalecem-se para servir. É isto que estamos fazendo”, afirmou Fachin.
O ministro prosseguiu: “Ao longo desta primeira volta ao Sol, procuramos fazer uma passagem: da norma à política judiciária; da política à transformação concreta da realidade.”




