
Lucas PasinColunas

O que levou Eliana a fazer terapia sexual antes de novo programa na TV
Eliana revela que buscou terapia ao se preparar para novo programa na Globo e rever etapas da carreira na televisão
atualizado
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Prestes a estrear um novo programa na Globo, após um ano como contratada da emissora e 35 anos de carreira, Eliana revisitou etapas de sua trajetória na televisão e falou sobre mudanças na forma como passou a se enxergar diante das câmeras.
A apresentadora de 53 anos contou que precisou recorrer à terapia sexual para conduzir a transição de imagem ao assumir um programa dominical. Segundo ela, durante os 16 anos em que comandou atrações voltadas ao público infantil, mantinha controle rigoroso sobre a própria expressão corporal e comunicação.
“Imagina ficar 16 anos tendo total consciência que eu não podia me expressar como uma adolescente ou como uma jovem de 20 ou 30 anos de idade, como normalmente eu faria, como qualquer outra garota faria na época?”, relembrou.
Elina revelou ainda, em entrevista ao O Globo, que evitava gestos, roupas e comportamentos que pudessem destoar da imagem associada ao público que a acompanhava, afirmando que se policiava na maneira de falar, se vestir e se posicionar, por entender que precisava corresponder ao exemplo esperado.
Ao migrar para um programa exibido aos domingos, a apresentadora relatou que buscou terapia sexual para lidar com a mudança de postura diante das câmeras, incluindo o uso de elementos que antes evitava, como batom e esmalte vermelhos, além de roupas que valorizassem mais o corpo.
“Com toda essa consciência emocional e corporal, fazer essa transição para uma sala mais aberta, pode passar o batom vermelho e deixar a unha vermelha que antes não usava, mostrar mais o corpo, a sensualidade, ter um molejo, cruzar suas pernas de saia. Era tudo isso que não sabia que podia”, disse.
Eliana também revelou que cursou faculdade de psicologia, mas não concluiu a graduação. De acordo com a apresentadora, os conhecimentos adquiridos no ambiente acadêmico influenciaram sua atuação profissional, especialmente na forma como se comunicava com o público e na condução de produtos licenciados.
“A forma como eu falava os brinquedos que lançava… Eu era muito garota e tinha total consciência da forma como me comunicava, do licenciamento de produtos. Pensava: ‘Compraria para o meu filho? Gostaria que meu filho visse esse programa?’. Sempre me preocupei não só em entreter, mas informar”, concluiu.










