
Lucas PasinColunas

Namorada de Alanis Guillen gera polêmica com ofensas e toma atitude
Publicações antigas atribuídas a Giovanna Reis, namorada de Alanis Guillen, com teor ofensivo repercutem e causam polêmica; entenda!
atualizado
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Uma sequência de publicações antigas colocou o nome de Giovanna Reis, namorada de Alanis Guillen, no centro de uma crise daquelas nas redes sociais e, de quebra, puxou a atriz para o assunto.
Prints que circulam na internet mostram conteúdos considerados preconceituosos. As mensagens, que teriam sido feitas no X em 2012, reúnem falas com teor racista, homofóbico, transfóbico e gordofóbico. O resgate do material provocou reação imediata de internautas.
Entre os trechos que passaram a circular com mais força, alguns específicos concentraram a repercussão. Em um deles, ela teria escrito: “Porque negro é legal só às vezes, aprendam”. Em outra publicação, ao comentar sobre a ex-BBB Ariadna, ela teria afirmado: “Pelo menos a Ariadna vai sair da casa com alguma coisa (…), travesti mongoloide”.
Giovanna, que trabalha como produtora e gerente de projetos em um estúdio de arte e design, não comentou o caso até o momento. Mas, após a repercussão, ela desativou a conta no Instagram.
Reflexão sobre sexualidade
Alanis Guillen vive um dos momentos de maior visibilidade da carreira na novela das nove da Globo, Três Graças. Na trama escrita por Aguinaldo Silva, a atriz interpreta Lorena, que se envolve com Juquinha, personagem de Gabriela Medvedovsky.
O casal ganhou repercussão nas redes sociais, com cenas compartilhadas por fãs no Brasil e no exterior. Com o sucesso internacional dos vídeos, a emissora passou a legendar os trechos em inglês e espanhol.
Em recente entrevista a este colunista do Metrópoles, Alanis comentou o impacto da personagem e a dimensão que a história alcançou fora do país. A atriz falou sobre o significado pessoal de interpretar Lorena e acompanhar a reação do público.
“Para mim está sendo muito especial poder contar essa história, me enxergar ali e poder me emprestar também. E ver esse movimento mundial acontecendo. Acho que é uma história que rompeu fronteiras por isso, por contar esse amor que a gente pouco vê. Se a gente vê, é sempre com um estereótipo”, afirmou.
Na conversa, Alanis também destacou a relevância da representatividade e a forma como enxerga a construção da relação entre as personagens. Para ela, a recepção do público está ligada à maneira como o romance é apresentado na novela.
“É muito importante. A gente está vendo a força da representatividade. Como transforma, como liberta, como educa. Como alimenta o amor nas pessoas. Dessa vez, a gente está contando com muita verdade. De uma horizontalidade bonita entre as duas. É o que eu espero, é o que eu vivo também”, disse.












