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Saiba como funcionava o sistema de segurança de Carlinhos Maia

Em conversa com à coluna LeoDias, peritos explicaram o funcionamento do sistema de segurança do apartamento

atualizado 02/06/2022 11:17

Foto colorida Carlinhos Maia usando regata - Metrópoles Carlinhos Maia (Reprodução: Instagram)

Na noite do último domingo a coluna LeoDias noticiou, com exclusividade, que bandidos roubaram o apartamento de Carlinhos Maia e Lucas Guimarães, em Alagoas, e levaram mais de R$ 5 milhões em joias. Como também já noticiado, sabe-se por meio de informações preliminares, segundo o jornalista Luiz Bacci, que o apartamento não foi arrombado e os bandidos entraram, na verdade, com a própria senha no imóvel. Após a repercussão, nossa reportagem procurou peritos para explicar como funcionava o sistema de segurança da casa de Carlinhos Maia e te explica agora.

Caso Carlinhos Maia: Polícia Civil pede prisão de suspeitos de roubo

De acordo com os delegados Lucimério Campos e Thales Araújo, responsáveis pela investigação do roubo, o prédio possuía sistema de alarme e câmeras de vigilância, que, posteriormente foram identificadas falhas, como pontos cegos e a constatação de que haviam equipamentos desligados.

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No caso de sistemas de alarme, como era o caso de Carlinhos Maia, de acordo com os peritos Eduardo Llanos e Rita Hernandes, os dispositivos eletrônicos podem emitir sinais visuais ou sonoros, ou ainda contatar silenciosamente a central de segurança quando acionados.

No entanto, conforme informações obtidas com exclusividade pela coluna, sabe-se que o alarme foi acionado assim que a invasão aconteceu, mas que alguém ligou para a ronda do condomínio e mandou voltar, o que levantou ainda mais as suspeitas de Carlinhos Maia e seu marido, Lucas Guimarães, de que o crime teria sido cometido por “alguém de dentro”.

“Infelizmente ainda não existem mecanismos à prova da ação humana. Para cada item de segurança criado, existem centenas de criminosos procurando por brechas. Outro fato que corrobora com essa afirmação é que os indivíduos que cometeram esse crime certamente tiveram acesso a informações privilegiadas para entrar no prédio, tais como a rotina de segurança, quais sistemas estavam instalados e suas localizações e, possivelmente, a conivência de terceiros”, concluíram os especialistas.

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