Letícia Spiller faz 48 anos e afirma: “A maturidade dá tranquilidade”
Atriz, que comemora aniversário neste sábado (19/6), abre o coração em bate-papo com a coluna Leo Dias

“Hoje vai ser uma festa, bolo e guaraná, muito doce pra você, é o seu aniversário…”. A atriz e eterna Paquita Letícia Spiller comemora 48 anos neste sábado (19/6). E a coluna Leo Dias procurou a artista para saber como ela pretende festejar a data especial, descobrir o que costuma fazer no dia do aniversário, desde a hora em que acorda, e muito mais. Confira a entrevista!
Curte fazer aniversário?
Eu gosto sim. É mais um ano, mais um tanto de vivências e experiências que acumulamos. Eu gosto muito de aprender. E vejo cada novo ano como uma oportunidade para aprender coisas novas. Não me sinto aquela pessoa que sabe tudo ou é a dona da verdade. E amo isso (risos). Só assim a gente evolui. Aprendo diariamente, então é sempre um novo ano que eu recebo para receber essas novas oportunidades. E gosto de ter esse momento em família, de ter as pessoas que eu amo em volta.
Tem algum ritual que você costuma fazer especialmente neste dia?
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesMeu ritual diário é me conectar com a natureza, é fazer os meus ritos tibetanos e estar ligada a mim. E no meu aniversário não é diferente. Acho que é um dia que aproveito e agradeço, normalmente. Nos últimos tempos em que vivemos, é preciso ter muita resiliência e esperança de dias melhores. Acrescento esses sentimentos nesse ano, peço para um futuro melhor, bem distante dessa realidade atual.
Qual foi o aniversário inesquecível para você?
Tenho muitos aniversários especiais. Aniversários ao lado das pessoas que amo… Mas eu vou destacar dois: os aniversários logo depois do nascimento do Pedro. E o depois do nascimento da Stella. Eles foram especiais e simbólicos. Eu sou muito apaixonada pelos meus filhos. E eles me completaram porque eu queria muito ser mãe.
Aprendeu algo importante no ciclo passado?
Acho que todos nós aprendemos. Talvez o maior aprendizado é que a ação individual impacta no coletivo. E vice-versa. É uma engrenagem, por isso, temos que ter muita responsabilidade com as nossas ações e refletir como ela interfere na vida das pessoas, na sociedade, no meio-ambiente… Já tinha essa noção, mas ela ficou potencializada.
Para este próximo ciclo, quais são os seus maiores desejos?
Quero muito seguir trabalhando. A arte para mim é a minha forma de viver. É o lugar que eu me sinto à vontade, que eu me entrego. Quero seguir criando e produzindo. Quero estar junto dos meus filhos e vendo o progresso deles. Tenho muito orgulho dos dois. E poder estar perto das pessoas que eu amo, algo que fomos privados nos últimos tempos também.
Para você, envelhecer é um problema ou não?
Não, nenhum problema! Vejo muito mais como amadurecer do que envelhecer. Acho envelhecer pejorativo, carregado ainda de estigmas na nossa sociedade. O que seria velho? Vejo tanta gente potente, criativa e interessante. Não me atento a idade delas, mas sim a maneira como elas vivem. Ainda temos uma ideia ultrapassada de idade e limitação. Ao contrário, muitas vezes, estamos na melhor fase, porque as inseguranças já passaram, estamos estabelecidos financeiramente, profissionalmente e emocionalmente… A juventude é maravilhosa, mas cheia de incerteza, de pressa, de muitos desejos. A maturidade te dá uma tranquilidade para aproveitar cada conquista, cada momento vivido.
O que falaria para a Letícia criança se a encontrasse hoje? Tem algum recado especial?
Eu diria para ela seguir a intuição dela, porque tudo o que ela fez me ajudou a ser quem eu sou. E a agradeceria por isso, porque eu tenho muito orgulho das escolhas dela, do que ela escolheu viver e, principalmente, como viver cada etapa.
Toda semana, a coluna vai trazer uma entrevista exclusiva com famoso que está fazendo aniversário. No último domingo (13/6), Rita Cadillac estreou o especial.














