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Letícia Spiller faz 48 anos e afirma: “A maturidade dá tranquilidade”

Atriz, que comemora aniversário neste sábado (19/6), abre o coração em bate-papo com a coluna Leo Dias

atualizado 19/06/2021 10:22

Leticia SpillerVinícius Mochizuki/Divulgação

“Hoje vai ser uma festa, bolo e guaraná, muito doce pra você, é o seu aniversário…”. A atriz e eterna Paquita Letícia Spiller comemora 48 anos neste sábado (19/6). E a coluna Leo Dias procurou a artista para saber como ela pretende festejar a data especial, descobrir o que costuma fazer no dia do aniversário, desde a hora em que acorda, e muito mais. Confira a entrevista!

Curte fazer aniversário?

Eu gosto sim. É mais um ano, mais um tanto de vivências e experiências que acumulamos. Eu gosto muito de aprender. E vejo cada novo ano como uma oportunidade para aprender coisas novas. Não me sinto aquela pessoa que sabe tudo ou é a dona da verdade. E amo isso (risos). Só assim a gente evolui. Aprendo diariamente, então é sempre um novo ano que eu recebo para receber essas novas oportunidades. E gosto de ter esse momento em família, de ter as pessoas que eu amo em volta.

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Tem algum ritual que você costuma fazer especialmente neste dia?

Meu ritual diário é me conectar com a natureza, é fazer os meus ritos tibetanos e estar ligada a mim. E no meu aniversário não é diferente. Acho que é um dia que aproveito e agradeço, normalmente. Nos últimos tempos em que vivemos, é preciso ter muita resiliência e esperança de dias melhores. Acrescento esses sentimentos nesse ano, peço para um futuro melhor, bem distante dessa realidade atual.

Qual foi o aniversário inesquecível para você?

Tenho muitos aniversários especiais. Aniversários ao lado das pessoas que amo… Mas eu vou destacar dois: os aniversários logo depois do nascimento do Pedro. E o depois do nascimento da Stella. Eles foram especiais e simbólicos. Eu sou muito apaixonada pelos meus filhos. E eles me completaram porque eu queria muito ser mãe.

Aprendeu algo importante no ciclo passado?

Acho que todos nós aprendemos. Talvez o maior aprendizado é que a ação individual impacta no coletivo. E vice-versa. É uma engrenagem, por isso, temos que ter muita responsabilidade com as nossas ações e refletir como ela interfere na vida das pessoas, na sociedade, no meio-ambiente… Já tinha essa noção, mas ela ficou potencializada.

Para este próximo ciclo, quais são os seus maiores desejos?

Quero muito seguir trabalhando. A arte para mim é a minha forma de viver. É o lugar que eu me sinto à vontade, que eu me entrego. Quero seguir criando e produzindo. Quero estar junto dos meus filhos e vendo o progresso deles. Tenho muito orgulho dos dois. E poder estar perto das pessoas que eu amo, algo que fomos privados nos últimos tempos também.

Para você, envelhecer é um problema ou não?

Não, nenhum problema! Vejo muito mais como amadurecer do que envelhecer. Acho envelhecer pejorativo, carregado ainda de estigmas na nossa sociedade. O que seria velho? Vejo tanta gente potente, criativa e interessante. Não me atento a idade delas, mas sim a maneira como elas vivem. Ainda temos uma ideia ultrapassada de idade e limitação. Ao contrário, muitas vezes, estamos na melhor fase, porque as inseguranças já passaram, estamos estabelecidos financeiramente, profissionalmente e emocionalmente… A juventude é maravilhosa, mas cheia de incerteza, de pressa, de muitos desejos. A maturidade te dá uma tranquilidade para aproveitar cada conquista, cada momento vivido.

O que falaria para a Letícia criança se a encontrasse hoje? Tem algum recado especial?

Eu diria para ela seguir a intuição dela, porque tudo o que ela fez me ajudou a ser quem eu sou. E a agradeceria por isso, porque eu tenho muito orgulho das escolhas dela, do que ela escolheu viver e, principalmente, como viver cada etapa.

Toda semana, a coluna vai trazer uma entrevista exclusiva com famoso que está fazendo aniversário. No último domingo (13/6), Rita Cadillac estreou o especial.

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