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Irmã de ex-jogador do Flamengo é acusada de golpe no Rock in Rio

Vítimas acusam Lívia Moura, irmã do ex-jogador Léo Moura, de vender ingressos falsos para o festival

atualizado 02/09/2022 13:30

Reprodução

Com a chegada do Rock in Rio, a ocorrência de crimes envolvendo fraudes e venda de ingressos falsos aumentam. Dessa vez, a irmã de um famoso se encontra, supostamente, em meio a este crime. Lívia Moura, irmã do ex-jogador do Flamengo, Léo Moura, foi acusada por um grupo de mais de 60 pessoas de vender ingressos falsos para o festival. A coluna LeoDias teve acesso a um boletim de ocorrência com detalhes da acusação. 

Segundo o documento, Lívia teria informado a sua vizinha, a quem esta coluna manterá o nome em sigilo, autora do boletim de ocorrência, que seria funcionária da Prefeitura do Rio de Janeiro e estava envolvida na organização do evento. Com isso, ela teria acesso a um desconto exclusivo para funcionários e informou que poderia conseguir ingressos para o evento. 

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A denúncia traz que a quantia de R$ 800 foi transferida por Pix a uma chave fornecida por Livia Moura com a promessa de que a suposta funcionária da prefeitura conseguiria entradas para duas datas do festival encabeçadas por Justin Bieber (4/9) e Coldplay (10/9). Segundo os acusadores, a chave não pertencia a Lívia Moura e sim a Paulo Henrique Araújo Rodrigues, a quem a relação com Lívia Moura não foi esclarecida. O depósito foi feito no dia 8 de setembro de 2021, pouco menos de um ano para o começo do festival.  

Depois do pagamento, Lívia teria informado diversos prazos para entrega dos ingressos sem nunca realizá-las. Ainda segundo a denúncia, a irmã do ex-atleta também teria envolvido Celso Junior, que seria seu chefe na prefeitura, para prestar esclarecimentos sobre a não entrega das entradas. Os dois afirmaram que se tratava de um erro do Rock in Rio. Além da autora do boletim de ocorrência, outras 60 pessoas também teriam comprado ingressos com Lívia Moura. 

Atualização

Após a publicação desta matéria, a coluna entrou em contato com Lívia Moura sobre as acusações. Ela não negou e nem afirmou que vendeu ingressos às pessoas que a acusam de estelionato, no entanto, retificou que não é funcionária da prefeitura e que não conhece Celso Junior. Além disso, também confirmou a informação que a transferência feita por Pix não foi feita para sua conta bancária.

“Eu não sou funcionária da prefeitura, não tenho chefe na prefeitura chamado Celso. E como viu esse deposito não foi feito em meu nome. Informações totalmente erradas”, afirmou.

A coluna deixa claro que todas as informações publicadas nas linhas acima ao posicionamento de Lívia Moura foram obtidas em um boletim de ocorrência feito por uma das vítimas do suposto crime.

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