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Hipertensos lideram cadastro de comorbidades para vacina, diz Okumoto

Segundo secretário de Saúde, diabéticos e pessoas com imunossupressão também aparecem em grande quantidade no sistema do GDF

atualizado 06/05/2021 17:13

Vacina contra a Covid-19Gustavo Moreno/Especial para o Metrópoles

O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, afirmou nesta quinta-feira (6/5) que a maior parte das pessoas com comorbidades que fizeram o cadastro para receber a vacina contra a Covid-19 têm hipertensão. A declaração foi dada durante coletiva de imprensa no Palácio do Buriti.

Segundo ele, de acordo com o sistema da pasta atualizado recentemente, os outros maiores grupos são de pessoas com diabetes e depois, imunossuprimidos, indivíduos que nasceram com deficiência imunológica (imunodeficiências primárias/causas genéticas ou adquiridas, como as provocadas pelo vírus HIV, por exemplo), ou ficaram com o sistema imune abalado após contrair alguma doença.

Até agora, das 120 mil pessoas que fizeram o cadastro no sistema da Secretaria de Saúde alegando ter alguma doença pré-existente, cerca de 38 mil indicaram hipertensão, 26 mil apontaram para a diabetes e pouco mais de 13 mil registraram terem alguma doença imunossupressora.

“Desses, o maior índice que já tomaram a vacina são os imunossuprimidos, que lutaram bastante para serem incluídos na lista das prioridades. Proporcionalmente, são os que mais procuram a vacina”, disse o secretário.

Também presente na coletiva, o secretário chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha, afirmou que do grupo das cerca de 390 mil pessoas que têm algum tipo das doenças incluídas na nota técnica do Ministério da Saúde, 120 mil preencheram o cadastro. Dessas, 34mil conseguiram agendar a data da vacinação e 8.885 já foram imunizadas nesta nova etapa do plano local.

“É importante que as pessoas procurem e busquem a vacinação. A procura não está conforme a secretaria esperava. O importante neste momento é que as pessoas sejam vacinadas e não esperem por algum tipo específico do imunizante. Todas elas são seguras e não dá para escolher”, frisou.

 

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