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Ilca Maria Estevão

Estampas personalizadas marcam chegada de flagship da Colcci à cidade

Até o final de julho, clientes podem desenvolver design exclusivo para as camisetas compradas na loja do Setor Comercial Norte

14/06/2019 08:02, atualizado 14/06/2019 14:22
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Jacqueline Lisboa/Especial para o Metrópoles
Estampas personalizadas marcam chegada de flagship da Colcci à cidade

A Colcci anda sumida das passarelas, mas isso não significa que a marca catarinense está em declínio. Segundo o dono das franquias brasilienses, André Borin, houve uma mudança no comportamento da empresa, que, nas últimas estações, destinou seus investimentos à qualidade dos produtos e ao visual dos estabelecimentos.

“Essa ausência da marca nos desfiles nacionais, principalmente no SPFW, refere-se ao enfraquecimento dos eventos. Muitas marcas decidiram deixar de investir, porque o custo é muito alto. Mas, continuamos destinando verba para publicidade. Você pode ver pela presença do Cauã Reymond e da Marina Ruy Barbosa na última campanha. O que está acontecendo é que hoje a Colcci tem olhado mais para dentro.  Existem grandes investimentos nas lojas e em tecidos mais nobres. É uma estratégia da marca”

Os dois endereços de Brasília, inclusive, estão entre os pontos escolhidos para receber o novo layout da gigante do jeanswear, a começar pela flagship inaugurada esta semana, em um shopping do Setor Comercial Norte.

As novas instalações trazem à capital federal uma estrutura mais moderna,  marcada por lâmpadas de LED e neon. E, para celebrar a chegada do conceito, a cidade recebe o projeto Eu Q. Fiz, voltado para a personalização de camisetas.

Vem saber mais comigo!

Até o final de julho, a nova flagship da Colcci contará com uma máquina de estamparia, onde os clientes poderão imprimir o que quiser nas camisetas. É possível usar um dos prints desenvolvidos pelos ilustradores da marca ou criar um design completamente novo. A t-shirt é produzida na hora.

Jacqueline Lisboa/Especial para o Metrópoles
Vitrine da primeira flagship da Colcci em Brasília
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Novo layout é marcado por lâmpada de LED
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Neons também enfeitam as novas instalações
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Máquina de estamparia fica na loja até o fim de julho
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Cliente pode escolher entre as ilustrações desenvolvidas pelos designers da marca ou podem criar novos, com direito a nomes e iniciais
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Uma das estampas disponíveis
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O preço da camiseta personalizada é R$ 119, mas na compra de duas cada uma sai por R$ 99

O projeto Eu Q. Fiz reflete a busca das novas gerações pela singularidade, algo que a Colcci tem incluído em seu DNA. Na mais recente coleção, por exemplo, podemos ver vários jeans destroyed feitos de forma intuitiva. “Essa é a primeira coleção que trabalhamos com esse tipo de jeans. A marca contratou um cara da Itália, que veio para o Brasil destruir peça por peça, igual as marcas gringas fazem. Nenhuma marca nacional trabalha dessa forma”, afirma André Borin.

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Nova coleção traz os primeiros jeans destroyed da marca
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Designer italiano veio ao Brasil trabalhar nas peças

De acordo com o franqueado, o denim ainda é o ponto forte da empresa, mas hoje a linha fashion, surpreendentemente, tem tido uma saída tão boa quanto a casual. “Nosso jeans ainda é o número 1 do Brasil, tanto em vendas como em modelagem, mas a Colcci está indo cada vez mais para o lado fashion. Nossos vestidos e a linha noite hoje ultrapassam o jeans em vendas”, revela.

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Colcci tem investido mais na linha fashion
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Peças boho chique são hits da coleção de outono/inverno
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Vestido em veludo plissado
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Cropped de gola alta
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Saia em transparência bordada
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Alfaiataria com modelagem diferenciada
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Vestido com referências do street style

Segundo o empresário, tal resultado é possível graças à percepção que a marca adquiriu em suas quatro décadas de trajetória. “A brasilidade é muito valorizada na hora de fazer a coleção, porque a mulher brasileira é muito diferente. Você pode observar que ela não compra jeans fora, porque não tem o caimento que ela quer. Além disso, a marca tem buscado se reinventar. Essa personalização de t-shirts, por exemplo, é algo totalmente novo”, diz André.

Outra preocupação é em relação à sustentabilidade, presente na companhia há quatro anos. “Hoje, a gente trabalha com um método italiano que usa 10% da água normalmente usada para lavar o jeans. Nós temos camisetas feitas com fios de algodão reciclados, camisetas de garrafas pet e, para a próxima coleção, de primavera/verão 2020, teremos uma gama de produtos ecológicos. É uma preocupação forte da marca”, enfatiza Borin.

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André Borin, franqueado da Colcci em Brasília
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Relançamento da loja foi concorrido

Para garantir a responsabilidade social, a etiqueta passou a produzir parte de suas peças desde o fio. Desta forma, é possível supervisionar o que acontece nos bastidores. “A marca compra o algodão do Egito, Peru e Brasil, faz o fio e desenvolve a peça até sua finalização. Claro que a gente ainda compra muitos tecidos prontos, mas a parte de malharia nós mesmos produzimos”, garante o franqueado, que já prepara a reforma da loja do ParkShopping.

“Lá, todos os provadoras terão telas touch com identificação por radiofrequência. Com essa tecnologia, teremos muitas possibilidades. Ao vestir a peça, por exemplo, o painel vai informar todas as roupas da loja que combinam com ela”, adianta
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Atualmente, peças já vêm com chips de radiofrequência nas etiquetas removíveis

A coluna compareceu ao lançamento da flagship, no Brasília Shopping, e registrou os looks mais legais que passaram por lá. Confira:

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Colaborou Danillo Costa

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