Metrópoles - O mais acessado do Brasil
Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Igor Gadelha

Uma ausência notada no ato de Bolsonaro no Rio

A ausência de ao menos um deputado foi notada no ato pro-anistia comandado por Jair Bolsonaro na manhã do domingo (16/3), no Rio de Janeiro

Igor Gadelha16/03/2025 12:44, atualizado 17/03/2025 12:28
Metrópoles - O mais acessado do Brasil
Compartilhar notícia
BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Manifestantes no ato do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Rio de Janeiro, em defesa da anistia aos envolvidos no 8 de Janeiro

Um dos bolsonaristas mais aguerridos da Câmara, o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) não compareceu à manifestação, que ocorreu em Copacabana.

À coluna Gayer afirmou que não foi ao ato em razão do falecimento da mãe de uma de suas assessoras em na quinta-feira (13/3). “Estamos todos de luto em Goiânia”, disse.

Uma ausência notada no ato de Bolsonaro no Rio - destaque galeria
4 imagens
Deputado Gustavo Gayer
Uma ausência notada no ato de Bolsonaro no Rio - imagem 3
O ex-presidente Jair Bolsonaro, que pode ser beneficiado pelo projeto da anistia, fez manifestação em defesa do projeto no RJ e convocou novo ato em SP
Deputado Gustavo Gayer (PL-GO)
1 de 4

Deputado Gustavo Gayer (PL-GO)

Reprodução
Deputado Gustavo Gayer
2 de 4

Deputado Gustavo Gayer

Vinicius Schmidt/Metropoles
Uma ausência notada no ato de Bolsonaro no Rio - imagem 3
3 de 4

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
O ex-presidente Jair Bolsonaro, que pode ser beneficiado pelo projeto da anistia, fez manifestação em defesa do projeto no RJ e convocou novo ato em SP
4 de 4

O ex-presidente Jair Bolsonaro, que pode ser beneficiado pelo projeto da anistia, fez manifestação em defesa do projeto no RJ e convocou novo ato em SP

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

A ausência do deputado ocorre dias após ele ser alvo de críticas por uma postagem ofensiva dele no X sobre Davi Alcolumbre  (União-AP) e Gleisi Hoffmann.

No post, Gayer disse “imaginar” que a atual ministra das Relações Institucionais; o namorado dela, Lindbergh Farias (PT-RJ); e Alcolumbre formariam um “trisal”.

“Me veio a imagem da Gleisi, Lindbergh e do Davi Alcolumbre fazendo um trisal. Que pesadelo”, escreveu Gayer no X.

Logo após a publicação, o deputado apagou a postagem. Ele também mandou um áudio para o presidente do Senado explicando o post. Alcolumbre não respondeu.

Como a coluna noticiou, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que estava em São Paulo, também ligou para Gayer após o episódio.

Motta ligou para o deputado bolsonarista a fim de repreendê-lo. O presidente da Camada também chamou Gayer para conversar na terça-feira (18/3) pessoalmente.

O deputado disse a Motta que apagou o post por entender que foi “infeliz”. E alegou, porém, que nunca teria acusado ninguém de formar um trisal.

Para Gayer, ele estaria sendo usado pelo PT como “bode expiatório” para ofuscar a recente fala machista de Lula sobre a nomeação de Gleisi.

Receba no seu email as notícias da coluna Igor Gadelha

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters