Igor Gadelha

STF: Gleisi minimiza risco de derrota, mas base não garante votos

À coluna, ministra Gleisi Hoffmann minimizou chances de Senado barrar indicação de Lula ao STF. Senadores da base, porém, não garantem votos

atualizado

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Ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann
1 de 1 Ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann - Foto: Gil Ferreira/SRI

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, minimizou a possibilidade de o Senado barrar a indicação do advogado-feral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Como a coluna revelou na quinta-feira (16/10), o presidente Lula decidiu indicar Messias para a vaga do ministro Luís Roberto Barroso, que se aposenta da Corte a partir deste sábado (18/10).

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Gleisi Hoffmann, ministra de Relações Institucionais de Lula, aponta derrota política de Trump em Nova York
Presidente Lula e o senador Rodrigo Pacheco
Messias foi anunciado por Lula em novembro de 2025, mas a indicação só foi protocolada no começo de abril de 2026.
Gleisi Hoffman e Lula
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Gleisi Hoffmann, ministra de Relações Institucionais de Lula, aponta derrota política de Trump em Nova York
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Gleisi Hoffmann, ministra de Relações Institucionais de Lula, aponta derrota política de Trump em Nova York

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Presidente Lula e o senador Rodrigo Pacheco
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Presidente Lula e o senador Rodrigo Pacheco

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Messias foi anunciado por Lula em novembro de 2025, mas a indicação só foi protocolada no começo de abril de 2026.
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Messias foi anunciado por Lula em novembro de 2025, mas a indicação só foi protocolada no começo de abril de 2026.

Reprodução / Redes sociais

À coluna, Gleisi lembrou que o Congresso “nunca barrou” uma indicação de Lula. “A indicação é uma prerrogativa exclusiva do presidente. Não acho que o Senado vai interferir nisso”, disse.

Senadores da base aliada de Lula, no entanto, afirmam que não há garantia de que o governo conseguirá os votos necessários para aprovar a indicação de Messias ao STF.

A resistência, segundo esses senadores, viria especialmente de parlamentares da oposição e de alas do Centrão, que defendiam a indicação de Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para a vaga de Barroso.

Oficializada a indicação por Lula, o nome de Messias será encaminhado ao Senado, que sabatinará o indicado. Para ter seu nome aprovado, o ministro precisa de votos de ao menos 41 dos 81 senadores.

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