
Renan, Randolfe e Ciro: eleição traz fim de uma era para caciques do Senado
Eleição de 2026 tirou vários caciques do Senado, que não se reelegeram. Entre eles, Renan Calheiros, Ciro Nogueira e Randolfe Rodrigues
05/10/2026 05:00

As eleições de 2026 ao Senado foram marcadas não só por uma forte onda de direita na Casa Legislativa como também pelo fim de uma era para alguns dos principais caciques da política brasileira.
Entre lideranças do Senado que buscavam a reeleição, não conseguiram se reeleger nomes como Renan Calheiros (MDB-AL) e Ciro Nogueira (PP-PI), derrotados em seus respectivos estados.
No Amapá, o líder do governo Lula no Congresso Nacional, Randolfe Rodrigues (PT), também perdeu a disputa. Já em Santa Catarina, Esperidião Amin (PP), não conseguiu se reeleger.
O senador Chico Rodrigues (PSB-RR) igualmente não conseguiu um novo mandato. Na Bahia, Angelo Coronel (PSD) também se deu mal nas urnas, sendo superado pelos petistas Jaques Wagner e Rui Costa.
Entre no canal de WhatsApp da Coluna Igor GadelhaNo Maranhão, Weverton Rocha (PDT), um dos senadores mais próximos de Davi Alcolumbre (União-AP), terminou em terceiro lugar, enquanto Eliziane Gama (PSD) ficou em quinto.
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Frequência de envio: Diário
Ver todasTambém ficaram sem mandato Carlos Fávaro (PSD-MT), Carlos Viana (Podemos-MG), Soraya Thronicke (Podemos-MS), Leila Barros (PDT-DF), conhecida como Leila do Vôlei, e Fabiano Contarato (PT-ES).
Caciques ficam pelo caminho
Além dos senadores que buscavam a reeleição em 2026, outras lideranças de peso tentaram conquistar uma vaga no Senado este ano, mas também ficaram pelo caminho.
Em São Paulo, por exemplo, as ex-ministras Simone Tebet (MDB) e Marina Silva (Rede) não conseguiram se eleger senadoras. No Paraná, Gleisi Hoffmann (PT) teve o mesmo destino.
Outro cacique petista que ficará sem mandato é o deputado federal e ex-ministro da Secom Paulo Pimenta (PT-RS), derrotado em sua tentativa de eleger ao Senado.









