Igor Gadelha

PT solta a mão de Tabata Amaral em projeto sobre antissemitismo

Ao menos oito deputados do PT e de siglas aliadas pediram para retirar assinaturas do projeto de Tabata Amaral que define antissemitismo

atualizado

metropoles.com

Compartilhar notícia

MICHAEL MELO/METRÓPOLES @michaelmelo
Tabata Amaral é entrevistada no estúdio do Metrópoles
1 de 1 Tabata Amaral é entrevistada no estúdio do Metrópoles - Foto: MICHAEL MELO/METRÓPOLES @michaelmelo

Um grupo de parlamentares da federação PT, PV e Rede decidiu retirar seus apoios a um projeto de lei da deputada Tabata Amaral (PSB-SP) que define o que é o “antissemitismo” para a formulação de políticas públicas.

Até a tarde da segunda-feira (30/3), ao menos oito deputados protocolaram na Câmara pedidos para retirada de suas assinaturas da proposta, que, originalmente, contava com o apoio de 45 parlamentares de diversos partidos.

PT solta a mão de Tabata Amaral em projeto sobre antissemitismo - destaque galeria
3 imagens
Tabata Amaral é entrevistada no estúdio do Metrópoles
A deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP)
“Para os municípios receberem investimentos, precisarão mostrar resultados”, explicou a deputada
1 de 3

“Para os municípios receberem investimentos, precisarão mostrar resultados”, explicou a deputada

MICHAEL MELO/METRÓPOLES @michaelmelo
Tabata Amaral é entrevistada no estúdio do Metrópoles
2 de 3

Tabata Amaral é entrevistada no estúdio do Metrópoles

MICHAEL MELO/METRÓPOLES @michaelmelo
A deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP)
3 de 3

A deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP)

MICHAEL MELO/METRÓPOLES @michaelmelo

Veja os deputados que pediram para retirar assinaturas do projeto de Tabata:

  • Heloísa Helena (REDE-RJ)
  • Reginaldo Veras (PV-DF)
  • Elton Welter (PT-PR)
  • Vander Loubet (PT-MS)
  • Alexandre Lindenmeyer (PT-RS)
  • Luiz Couto (PT-PB)
  • Ana Paula Lima (PT-SC)
  • Reginaldo Lopes (PT-MG)

Os parlamentares pediram para retirar suas assinaturas após o projeto de Tabata passar a ser criticado por militantes da causa palestina nas redes sociais, que alegam que a proposta protege o Estado de Israel de críticas.

O texto de Tabata, porém, deixa claro que as críticas a Israel são permitidas, assim como a qualquer outro país. Diz ainda que o antissemitismo consiste em acusar “os judeus de conspirarem para prejudicar a humanidade”.

“A iniciativa não pretende limitar a liberdade de expressão, que constitui pilar essencial do Estado Democrático de Direito. Críticas, análises ou posicionamentos sobre fatos políticos, conflitos internacionais ou sobre ações de qualquer governo, incluindo o Estado de Israel enquanto organização político-jurídica soberana, e não como coletividade judaica, são legítimos e devem ser preservados”, afirma a deputada na proposta.

Pelo projeto, o antissemitismo será definido com base em parâmetros reconhecidos pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto (IHRA), criada no Fórum Internacional de Estocolmo sobre o Holocausto.

“Ao adotar definição alinhada ao consenso internacional, o Brasil reforça seu compromisso com a memória do Holocausto, com a prevenção de genocídios e com o combate a todas as formas de discriminação”, diz Tabata.

Quais assuntos você deseja receber?

Ícone de sino para notificações

Parece que seu browser não está permitindo notificações. Siga os passos a baixo para habilitá-las:

1.

Ícone de ajustes do navegador

Mais opções no Google Chrome

2.

Ícone de configurações

Configurações

3.

Configurações do site

4.

Ícone de sino para notificações

Notificações

5.

Ícone de alternância ligado para notificações

Os sites podem pedir para enviar notificações

metropoles.comIgor Gadelha

Você quer ficar por dentro da coluna Igor Gadelha e receber notificações em tempo real?