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Igor Gadelha

As duas baixas no "gabinete" de Janja no Planalto

Ao menos dois assessores da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, foram exonerados de seus cargos no Planalto, na segunda-feira (30/3)

30/03/2026 15:06, atualizado 30/03/2026 16:31
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Janja e Lula
Janja e Lula

A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, sofreu duas baixas na equipe de seu gabinete informal no Palácio do Planalto. As duas exonerações foram oficializadas na segunda-feira (30/3).

Foram exonerados o fotógrafo Cláudio Adão, responsável por registrar imagens da primeira-dama, especialmente em viagens, e a advogada Tchenna Maso, que exercia a função de assessora especial.

As duas baixas no “gabinete” de Janja no Planalto - destaque galeria
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Janja na Marquês de Sapucaí, no Rio
Primeira-dama, Rosângela da Silva, a Janja
A primeira-dama Janja participa do seminário Brasil pela Vida das Meninas e Mulheres, no Palácio do Planalto.
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A primeira-dama Janja participa do seminário Brasil pela Vida das Meninas e Mulheres, no Palácio do Planalto.

Reprodução
Janja na Marquês de Sapucaí, no Rio
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Janja na Marquês de Sapucaí, no Rio

Primeira-dama, Rosângela da Silva, a Janja
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Primeira-dama, Rosângela da Silva, a Janja

BRENO ESAKI/METRÓPOLES

Segundo a assessoria de imprensa de Janja, ambos teriam solicitado desligamento por motivos pessoais, como proximidade da família e novas oportunidades profissionais.

Os atos, no entanto, não aparecem como “a pedido” no Diário Oficial da União — expressão utilizada quando a iniciativa parte do próprio servidor, e não da administração pública.

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O gabinete informal de Janja

Adão e Maso integravam o chamado “gabinete de Janja”, uma estrutura informal vinculada ao gabinete pessoal do presidente da República, criada para dar suporte às atividades da primeira-dama.

Essa organização já foi alvo, em diferentes momentos, de críticas de bolsonaristas, que questionam despesas do Planalto relacionadas a Janja. Oficialmente, ela não ocupa cargo na estrutura do governo.

Após críticas, o governo editou um decreto, em outubro de 2025, para permitir que parte dos servidores do gabinete de Lula passassem a atuar à disposição da primeira-dama e “atividades de interesse público”.