
Igor GadelhaColunas

As duas baixas no “gabinete” de Janja no Planalto
Ao menos dois assessores da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, foram exonerados de seus cargos no Planalto, na segunda-feira (30/3)
atualizado
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A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, sofreu duas baixas na equipe de seu gabinete informal no Palácio do Planalto. As duas exonerações foram oficializadas na segunda-feira (30/3).
Foram exonerados o fotógrafo Cláudio Adão, responsável por registrar imagens da primeira-dama, especialmente em viagens, e a advogada Tchenna Maso, que exercia a função de assessora especial.
Segundo a assessoria de imprensa de Janja, ambos teriam solicitado desligamento por motivos pessoais, como proximidade da família e novas oportunidades profissionais.
Os atos, no entanto, não aparecem como “a pedido” no Diário Oficial da União — expressão utilizada quando a iniciativa parte do próprio servidor, e não da administração pública.
O gabinete informal de Janja
Adão e Maso integravam o chamado “gabinete de Janja”, uma estrutura informal vinculada ao gabinete pessoal do presidente da República, criada para dar suporte às atividades da primeira-dama.
Essa organização já foi alvo, em diferentes momentos, de críticas de bolsonaristas, que questionam despesas do Planalto relacionadas a Janja. Oficialmente, ela não ocupa cargo na estrutura do governo.
Após críticas, o governo editou um decreto, em outubro de 2025, para permitir que parte dos servidores do gabinete de Lula passassem a atuar à disposição da primeira-dama e “atividades de interesse público”.





