Igor Gadelha

Por eleição, Motta deverá ser mais “petista” em 2026

Aliados de Hugo Motta dizem que o presidente da Câmara deverá fazer mais gestos ao governo Lula em 2026 por causa das eleições nacionais

atualizado

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O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
1 de 1 O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

Aliados de Hugo Motta (Republicanos-PB) preveem que o atual presidente da Câmara vai mudar sua postura em 2026 e fazer mais acenos ao governo Lula do que fez em 2025, quando assumiu o comando da Casa.

O principal motivo seriam as eleições de outubro. Motta não só pretende se reeleger como deputado, como quer emplacar seu pai, Nabor Wanderley, como senador pela Paraíba, estado onde Lula ter boa votação.

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Motta e o pai integram a base do atual governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB). O pessebista não pode mais tentar reeleição no próximo ano, mas dará palanque a Lula como o candidato ao Senado.

Outro motivo para Motta virar mais governista, segundo aliados, seriam os gestos de Lula ao deputado. Na semana passada, o presidente nomeou Gustavo Feliciano, aliado do presidente da Câmara, como ministro do Turismo.

Pesquisas ajudam

Outro fator para Motta se aproximar do Palácio do Planalto seriam as pesquisas, dizem aliados do presidente da Câmara. A avaliação é de que, nos próximos meses, Lula deverá consolidar seu favoritismo para o pleito de outubro.

Um dos motivos dessa aposta é a escolha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como candidato da direita. A candidatura do filho de Jair Bolsonaro deve dividir a centro-direita, fazendo surgir mais de uma candidatura nesse campo.

Diante desse cenário, a expectativa de aliados é de que Motta retome os trabalhos da Câmara em fevereiro de 2026 já com dois importantes gestos ao governo Lula.

O presidente da Câmara deve votar o PL Antifacção com o texto do Senado, que agrada ao Planalto, e a PEC da Segurança, uma das apostas de Lula para surfar no tema nas eleições presidenciais.

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