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Igor Gadelha

Planalto vê dobradinha de Motta e Alcolumbre contra Lula na Dosimetria

Integrantes do Planalto avaliam que Hugo Motta e Davi Alcolumbre fizeram acordo para votar PL da Dosimetria como um recado a Lula

10/12/2025 05:30, atualizado 10/12/2025 08:08
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BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Lula, Hugo Motta e Davi Alcolumbre

Integrantes do Palácio do Planalto e da base governista no Congresso Nacional viram uma dobradinha de Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União-AP) na decisão de votar o PL da Dosimetria antes do recesso.

Para aliados e auxiliares de Lula, os presidentes da Câmara e do Senado fizeram anúncios casados sobre a votação da proposta com o objetivo de mandar um recado ao presidente da República, com quem ambos têm tido divergências.

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A mensagem de Lula ao Congresso deve elencar os temas e projetos considerados prioritários pelo governo para 2026
Hugo Motta e Lula
Motta e Lula
Presidente Lula e os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP)
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Presidente Lula e os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP)

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
A mensagem de Lula ao Congresso deve elencar os temas e projetos considerados prioritários pelo governo para 2026
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A mensagem de Lula ao Congresso deve elencar os temas e projetos considerados prioritários pelo governo para 2026

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Hugo Motta e Lula
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Hugo Motta e Lula

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Motta e Lula
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Motta e Lula

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES

Motta anunciou que votaria o projeto — que reduz as penas de Jair Bolsonaro e de outros condenados pelo 8 de Janeiro — após a reunião de líderes da terça-feira (9/12). A proposta foi aprovada na Câmara, no mesmo dia, por 291 votos a 148.

Pouco tempo depois de Motta anunciar que pautaria a proposta, Alcolumbre disse a jornalistas que colocaria o projeto para votar no Senado ainda em 2025, caso os deputados aprovassem o texto.

Para parlamentares governistas e auxiliares de Lula, os presidentes do Senado e da Câmara fizeram acordo para votar a proposta como uma forma de se contrapor ao atual chefe do Palácio do Planalto.

Aliados de Lula garantem que o presidente da República vetará o projeto. A palavra final, entretanto, será do Congresso Nacional, que poderá derrubar o veto do petista, mantendo a proposta.

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