Igor Gadelha

Planalto aposta em jantar de Lula com Motta para barrar anistia

Segundo fontes do Planalto, Lula e Gleisi pretendem aproveitar jantar com Motta e líderes da Câmara para tentar barrar projeto da anistia

atualizado

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1 de 1 Lula-e-parlamentares - Foto: Ricardo Stuckert / PR

O Palácio do Planalto aposta no encontro que Lula terá com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e líderes partidários da Casa, após o feriado, para barrar o avanço do projeto da anistia.

Segundo auxilires presidencias, Lula e a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, pretendem aproveitar a reunião para tentar convencer os líderes dos partidos da base a barrarem a proposta.

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Petista quer se aproximar de senadores e deputados
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Petista quer se aproximar de senadores e deputados
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Petista quer se aproximar de senadores e deputados

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Como a coluna mostrou, em mais uma estratégia para melhorar a relação com o Congresso Nacional, Lula pretende realizar um encontro com Motta e outros deputados após o feriado da Páscoa.

A agenda será semelhante ao encontro do presidente da República com Davi Alcolumbre (União-AP) e senadores, ocorrido em 2 de abril, na residência oficial do presidente do Senado.

Argumentos contra a anistia

À coluna, Gleisi afirmou, na semana passada, que a estratégia do governo é convencer os deputados, por meio do diálogo, da “gravidade política, jurídica e institucional” que o projeto da anistia representaria.

“O governo não está numa operação de retaliação, mas está, sim, mostrando aos deputados a gravidade política, jurídica e institucional que significa apoiar esse projeto”, disse a ministra.

Na Câmara, deputados governistas também pretendem argumentar com Motta que há uma fila com mais de dois mil pedidos de urgência na Casa aguardando para serem votados antes da anistia.

Com o argumento, o objetivo de lideranças governistas é fazer com que o requerimento de urgência do PL da Anistia fique esquecido, assim como outras propostas que estão na fila.

Os petistas pretendem ainda insistir no discurso de que o projeto da anistia visa beneficiar diretamente o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que virou réu no chamado inquérito do golpe.

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