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Igor Gadelha

PGR citou "risco de fuga" ao defender prisão do presidente da Alerj

Autorizada pelo STF, prisão do presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, foi pedida pela Polícia Federal e contou com parecer favorável da PGR

03/12/2025 13:39, atualizado 03/12/2025 13:51
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Rodrigo Bacellar (União Brasil), presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) - Metrópoles

A Procuradoria-Geral da República (PGR) citou o risco de fuga como um dos argumentos para defender ao STF a prisão preventiva do presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Rodrigo Bacellar (União Brasil).

A prisão, concretizada nesta quarta-feira (3/12), foi pedida ao Supremo pela Polícia Federal, sob o argumento de que o presidente da Alerj teria vazado informações de operação contra o colega deputado estadual TH Joias.

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Bacellar é presidente da Alerj
Revogação da prisão de Bacellar é publicada no Diário Oficial
Ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar
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Ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar

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Bacellar é presidente da Alerj
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Bacellar é presidente da Alerj

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Revogação da prisão de Bacellar é publicada no Diário Oficial
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Revogação da prisão de Bacellar é publicada no Diário Oficial

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Em parecer enviado ao STF, a PGR afirmou que a situação financeira de Bacellar e sua rede de contatos aumentavam a probabilidade de ele fugir, reforçando, assim, a necessidade da prisão preventiva.

“Soma-se a esse quadro um risco verossímil de fuga, especialmente diante da situação financeira do representado e de sua extensa rede de contatos, o que reforça a imprescindibilidade da custódia cautelar para neutralizar o perigo decorrente da liberdade do representado, justificando-a, sob outra perspectiva, pela necessidade de assegurar a aplicação da lei penal”, disse a PGR em seu parecer.

A PGR argumentou ainda que a prisão preventiva do presidente da Assembleia do Rio seria o meio adequado para garantir o cumprimento da lei penal e evitar interferências nas investigações conduzidas pela PF.

A ordem para prisão de Bacellar foi assinada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes na última sexta-feira (28/11) e só foi cumprida pela PF na manhã da quarta-feira.

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