PGR citou "risco de fuga" ao defender prisão do presidente da Alerj
Autorizada pelo STF, prisão do presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, foi pedida pela Polícia Federal e contou com parecer favorável da PGR

A Procuradoria-Geral da República (PGR) citou o risco de fuga como um dos argumentos para defender ao STF a prisão preventiva do presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Rodrigo Bacellar (União Brasil).
A prisão, concretizada nesta quarta-feira (3/12), foi pedida ao Supremo pela Polícia Federal, sob o argumento de que o presidente da Alerj teria vazado informações de operação contra o colega deputado estadual TH Joias.
Em parecer enviado ao STF, a PGR afirmou que a situação financeira de Bacellar e sua rede de contatos aumentavam a probabilidade de ele fugir, reforçando, assim, a necessidade da prisão preventiva.
“Soma-se a esse quadro um risco verossímil de fuga, especialmente diante da situação financeira do representado e de sua extensa rede de contatos, o que reforça a imprescindibilidade da custódia cautelar para neutralizar o perigo decorrente da liberdade do representado, justificando-a, sob outra perspectiva, pela necessidade de assegurar a aplicação da lei penal”, disse a PGR em seu parecer.
Receba no seu email as notícias da coluna Igor Gadelha
Frequência de envio: Diário
Ver todasA PGR argumentou ainda que a prisão preventiva do presidente da Assembleia do Rio seria o meio adequado para garantir o cumprimento da lei penal e evitar interferências nas investigações conduzidas pela PF.
Entre no canal de WhatsApp da Coluna Igor GadelhaA ordem para prisão de Bacellar foi assinada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes na última sexta-feira (28/11) e só foi cumprida pela PF na manhã da quarta-feira.










