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Igor Gadelha

PF diz que adotou "medidas extraordinárias" por segurança de Vorcaro

PF informou à Câmara dos Deputados que adotou "medidas extraordinárias" para garantir a segurança de Vorcaro, como o reforço antidrones

18/05/2026 02:00, atualizado 18/05/2026 07:16
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Reprodução SAP
investigação vorcaro prisao

A Polícia Federal (PF) informou à Câmara dos Deputados que adotou “medidas extraordinárias” para garantir a segurança do banqueiro Daniel Vorcaro, que está preso preventivamente desde março de 2026.

A informação foi dada pela PF à Comissão de Segurança da Câmara em resposta a um requerimento no qual o deputado Messias Donato (Republicanos-ES) pedia que a segurança de Vorcaro fosse garantida.

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Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, está preso em Brasília
O banqueiro foi preso na Operação Compliance Zero, da PF
Vorcaro é transferido para Superintendência da PF em Brasília
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Vorcaro é transferido para Superintendência da PF em Brasília

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, está preso em Brasília
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Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, está preso em Brasília

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
O banqueiro foi preso na Operação Compliance Zero, da PF
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O banqueiro foi preso na Operação Compliance Zero, da PF

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
“De ordem, informa-se que foram adotadas medidas extraordinárias de segurança visando garantir a integridade física do custodiado Daniel Bueno Vorcaro, que se encontra nas dependências da Superintendência Regional da Polícia Federal no Distrito Federal”, diz a resposta, assinada por Bianca Rondineli Ceregatti Murad, chefe de gabinete do diretor-geral da PF.

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Na época da cobrança do deputado, Vorcaro havia sido transferido da Penitenciária Federal de Brasília para a Superintendência da PF, como parte das negociações para a delação premiada do banqueiro.

No documento, a corporação diz que foram feitos “ajustes” nas instalações para Vorcaro. Dentre eles, o “reforço na segurança antidrones” nas imediações da superintendência da PF.

“Registra-se que, apesar de as instalações desta unidade policial não terem sido projetadas para a custódia de presos por longos períodos, foram realizados ajustes para melhor adequar as respectivas dependências, além da alteração de protocolos e de medidas de segurança orgânica, como o reforço dos recursos antidrones. Tais medidas tiveram por desiderato dar cumprimento à decisão judicial prolatada pelo ministro relator do processo no Supremo Tribunal Federal”, afirma a PF.