O que o Centrão diz sobre votar a PEC 6x1 em 2026
Lideranças do Centrão admitem que PEC 6x1 pode andar em 2026, mas querem Planalto apoiando pautas do grupo em troca

Lideranças do Centrão, aliadas do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), já avisaram o governo de que, caso deseje avançar com suas pautas em 2026, também terá de ceder em projetos do grupo.
O principal aviso diz respeito à PEC 6×1, considerada por governistas a principal pauta de Lula para 2026. Para caciques do Centrão, o tema será discutido, mas o Planalto terá de apoiar outros projetos em troca.
As propostas mais citadas pelo Centrão são as pautas de segurança pública, como o PL Antifacção e a PEC da Segurança, ambas enviadas pelo Planalto, mas que sofreram mudanças consideráveis na Câmara.
Deputados querem que o governo seja mais flexível ao acatar alterações nos dois projetos, considerados pautas importantes pelo Centrão para as eleições de 2026, e que pare de expor parlamentares aos “leões” das redes sociais.
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A principal vantagem para o Planalto em 2026 será a posição do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que, como mostrou a coluna, deverá adotar uma postura mais “petista”, de olho nas eleições de outubro.
Em conversa com jornalistas, Motta admitiu que a PEC 6×1, que acaba com a escala de trabalho com apenas um dia de folga, deverá ser um dos temas debatidos. Ele também deve pautar projetos como o PL Antifacção já na retomada dos trabalhos, em fevereiro.









