Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Eleições 2026Igor Gadelha

O bolsonarista que saiu no lucro com a PEC da Blindagem

Votação da PEC da Blindagem na Câmara deu munição para ao menos um senador bolsonarista usar contra adversário nas eleições de 2026

05/10/2025 09:00, atualizado 05/10/2025 18:21
Compartilhar notícia
Kebec Nogueira/Metrópoles
Manifestantes fazem ato contra PEC da Blindagem e PEC da Anistia em Brasília

Enquanto deputados bolsonaristas foram alvos de protestos por terem votado a favor da PEC da Blindagem, ao menos um aliado de Jair Bolsonaro no Senado se beneficiou com a votação da proposta.

O imbróglio em torno da PEC trouxe benefícios políticos para o senador Ciro Nogueira (PP-PI), que precisará disputar a reeleição em 2026 pelo Piauí, caso queira continuar com mandato no Senado.

O bolsonarista que saiu no lucro com a PEC da Blindagem - destaque galeria
3 imagens
Senador Ciro Nogueira (PP-PI)
O presidente nacional do PP, Ciro Nogueira
Senador Ciro Nogueira (PP-PI)
1 de 3

Senador Ciro Nogueira (PP-PI)

KEBEC NOGUEIRA/ METRÓPOLES @kebecfotografo
Senador Ciro Nogueira (PP-PI)
2 de 3

Senador Ciro Nogueira (PP-PI)

KEBEC NOGUEIRA/ METRÓPOLES @kebecfotografo
O presidente nacional do PP, Ciro Nogueira
3 de 3

O presidente nacional do PP, Ciro Nogueira

KEBEC NOGUEIRA/ METRÓPOLES @kebecfotografo

Atualmente, Ciro aparece em terceiro lugar nas pesquisas ao Senado no estado, atrás do também senador Marcelo Castro (MDB-PI) e do deputado federal Júlio Cesar (PSD-PI).

Com a votação da PEC da Blindagem na Câmara, o senador do PP ganhou munição para atacar Júlio Cesar, que votou a favor da proposta. Marcelo Castro, por sua vez, se posicionou fortemente contra o tema.

Receba no seu email as notícias da coluna Igor Gadelha

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Apesar de faltar mais de um ano para a eleição, a avaliação dos aliados de Ciro é de que, por se tratar de uma disputa majoritária, com voto direto, a PEC poderá ser usada como munição contra candidatos que a defenderam.

Como mostrou a coluna, a avaliação no governo Lula é de que o voto a favor da PEC — que previa retomar a necessidade de o Congresso autorizar ações contra parlamentares — será usado contra bolsonaristas em 2026.