O apelo de Feliciano a Bolsonaro para ser candidato ao Senado em SP
Deputado Marco Feliciano visitará Jair Bolsonaro na Papudinha em 21 de março, quando pedirá a benção para ser candidato ao Senado por SP
atualizado
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O deputado federal Pastor Marco Feliciano (PL-SP) vai pedir a benção diretamente ao ex-presidente Jair Bolsonaro para ser um dos candidatos da direita ao Senado por São Paulo nas eleições de 2026.
O pedido será feito durante a visita de Feliciano a Bolsonaro na Papudinha no dia 21 de março. A expectativa do deputado é sair do local com o aval do ex-mandatário para concorrer a senador pelo PL.
A ideia de Feliciano é argumentar a Bolsonaro que é competitivo, especialmente pela entrada junto aos evangélicos. O outro candidato da chapa será o deputado Guilherme Derrite (PP-SP), cuja pauta é a segurança Pública.
Além do ex-presidente, Feliciano pretendia pedir a benção a Eduardo Bolsonaro. O deputado chegou a estudar uma ida aos Estados Unidos, mas ele não conseguirá viajar antes do prazo final do PL para definição dos candidatos.
Eduardo, autoexilado nos Estados Unidos desde março de 2025, quer ter a palavra final sobre a escolha do PL ao Senado em São Paulo. O ex-deputado já avisou que quer lançar alguém alinhado com suas ideias.
Originalmente, os planos do partido eram lançar o próprio Eduardo. Entretanto, devido ao autoexílio do ex-deputado para escapar do STF, a sigla terá de escolher outro nome para concorrer a senador em São Paulo.
Sem poder ser candidato, Eduardo tem defendido outras opções do PL para o Senado. Entre elas, estão o deputado federal Mario Frias (PL-SP) e o deputado estadual paulista Gil Diniz (PL).
Uma ala do bolsonarismo defende ainda que o candidato à segunda vaga de senador seja o atual vice-prefeito de São Paulo, o coronel da reserva da Polícia Militar Ricardo Mello Araújo.
Beija-mão
Além do clã Bolsonaro, Feliciano tem procurado outros caciques do PL em busca de ajuda para convencer o presidente nacional da sigla, Valdemar Costa Neto, a lançá-lo como candidato ao Senado.
Nas conversas, Feliciano lembra que, a pedido de Bolsonaro, abriu mão da disputa em 2022. À época, o próprio ex-presidente declarou publicamente que retirou o pastor da corrida em prol do hoje senador Marcos Pontes (PL).






