Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Igor Gadelha

Morte do papa Francisco pode atrasar debate sobre anistia; entenda

Lideranças governistas preveem que morte do papa Francisco pode esvaziar semana na Câmara e atrasar debate sobre urgência ao PL da anistia

22/04/2025 05:30
Reprodução/Youtube
O dia em que o papa Francisco rezou sozinho no Vaticano, em 2020

A morte do papa Francisco, que faleceu na segunda-feira (21/4), pode atrapalhar a pressão planejada por bolsonaristas para que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), paute o projeto da anistia.

Isso porque governistas já contam que o presidente Lula irá ao velório do pontífice e deverá levar uma comitiva do Congresso, que inclui Motta e outros líderes partidários.

Morte do papa Francisco pode atrasar debate sobre anistia; entenda - destaque galeria
4 imagens
Momento em que o religioso segura a criança no colo
Papa Francisco com a bebê brasiliense
O dia em que o papa Francisco rezou sozinho no Vaticano, em 2020
Papa Francisco faleceu na segunda-feira (21/4)
1 de 4

Papa Francisco faleceu na segunda-feira (21/4)

Getty Images
Momento em que o religioso segura a criança no colo
2 de 4

Momento em que o religioso segura a criança no colo

Imagem cedida ao Metrópoles
Papa Francisco com a bebê brasiliense
3 de 4

Papa Francisco com a bebê brasiliense

Imagem cedida ao Metrópoles
O dia em que o papa Francisco rezou sozinho no Vaticano, em 2020
4 de 4

O dia em que o papa Francisco rezou sozinho no Vaticano, em 2020

Reprodução/Youtube

Motta é católico, realizou uma missa ao tomar posse como presidente da Casa logo em seu primeiro dia, mas ainda não confirmou se viajará para a Itália.

Caso a viagem se confirme, a Câmara deverá ter mais duas semanas esvaziadas. Isso porque, na semana que vem, ainda há o feriado de 1º de maio, na quinta-feira — dia em que, tradicionalmente, acontecem as reuniões de líderes.

Entre no canal de WhatsApp da Coluna Igor Gadelha

Receba no seu email as notícias da coluna Igor Gadelha

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Já o governo ganharia mais 15 dias para trabalhar contra o projeto da anistia. Motta já deixou claro que caberá às lideranças partidárias decidir se o requerimento de urgência ao projeto será votado ou não.