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Igor Gadelha

Moraes entra na mira da CPMI por acesso a dados de Vorcaro

Senador pediu que CPMI do INSS acione STF para saber a que documentos sigilosos do caso Master o gabinete de Alexandre de Moraes teve acesso

10/03/2026 18:04, atualizado 10/03/2026 19:24
Hugo Barreto/ Metrópoles
O ministro Alexandre de Moraes

O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), pediu que a CPMI do INSS apure se o ministro do STF Alexandre de Moraes teve acesso a documentos da investigação sobre o caso Master de forma irregular.

O pedido foi feito por meio de um requerimento no qual Marinho solicita ao presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), que questione o Supremo a qual base de dados o gabinete de Moraes teve acesso.

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O líder da oposição Rogério Marinho
O líder da oposição Rogério Marinho
A comissão aponta ainda que Moraes atuou em processos que não deveria e atuou para restringir o alcance das apurações da CPI.
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A comissão aponta ainda que Moraes atuou em processos que não deveria e atuou para restringir o alcance das apurações da CPI.

Igo Estrela/Metrópoles @igoestrela
O líder da oposição Rogério Marinho
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O líder da oposição Rogério Marinho

Luis Nova/ Especial Metrópoles @LuisGustavoNova
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Luis Nova/ Especial Metrópoles @LuisGustavoNova

No documento, o líder da oposição citou a nota oficial emitida por Moraes na semana passada, por meio da qual o ministro negou ter recebido mensagens de Daniel Vorcaro no dia da primeira prisão do banqueiro.

Na nota, Moraes alegou que seu gabinete teve acesso a uma “análise técnica” dos dados telemáticos de Vorcaro. Para Marinho, a posição do ministro do Supremo “pressupõe o acesso integral” ao acervo telemático do banqueiro”.

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Na visão do líder da oposição no Senado, a conclusão da nota oficial de Moras não poderia ter sido feita apenas com o material sobre a investigação tornado público pela imprensa na semana passada.

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“A nota produzida a pedido do ministro Alexandre de Moraes revela inconsistência grave: ou a conclusão técnica apresentada ultrapassa os limites do material analisado, ou o acesso ao acervo sigiloso desta CPMI foi obtido por vias que precisam ser esclarecidas”, diz Marinho.