Megaoperação no Rio ajuda Motta a escapar de pressão pela anistia
Com líder do PL indo ao Rio para discutir a operação contra o Comando Vermelho, Hugo Motta escapou da pressão por anistia em reunião

A megaoperação policial que deixou mais de 100 mortos no Rio de Janeiro ajudou o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), a escapar da pressão bolsonarista pela votação da anistia ao 8 de Janeiro.
Na semana passada, como noticiou a coluna, as lideranças bolsonaristas haviam prometido intensificar a pressão junto a Motta para que o projeto fosse votado no plenário da Casa o mais rápido possível.
O plano era cobrar o presidente da Câmara na reunião de líderes da quinta-feira (30/10). Principal defensor da anistia, o líder do PL, Sóstenes Cavalcante (RJ), acabou não participando do encontro por causa da operação.
Sóstenes não compareceu à reunião porque viajou ao Rio, junto a outros membros da Comissão de Segurança Pública da Câmara, para se reunir com integrantes da área de Secretaria de Segurança do governo Cláudio Castro.
Entre no canal de WhatsApp da Coluna Igor GadelhaCom isso, o PL foi representado na reunião de líderes pelo deputado Alberto Fraga (PL-DF). Já o deputado federal Coronel Meira (PL-PE) representou a oposição no encontro comandado por Motta.
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Ver todasSegundo relatos, tanto Fraga quanto Meira pediram a votação da anistia. Em resposta, Motta disse apenas que a pauta iria avançar e que procuraria Sóstenes para discutir os próximos passos do projeto.
Até o momento, não há sequer um texto oficial apresentado pelo relator, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), que prefere chamar o projeto de “PL da Dosimetria” das penas.














