Igor Gadelha

Líder do PT rompe com Centrão: “Não podemos nos misturar”

Em ato no Rio, o líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias, diz que PT “não é Centrão” e que partido não pode se misturar com siglas do grupo

atualizado

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Deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) chega ao Congresso Nacional
1 de 1 Deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) chega ao Congresso Nacional - Foto: KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

Em manifestação no Rio de Janeiro contra o PL da Dosimetria, o líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), defendeu um rompimento da sigla com o Centrão, grupo de partidos que domina o Congresso e é considerado fisiológico.

No ato, Lindbergh ressaltou que o PT, partido do presidente Lula, “não é Centrão” e disse que a legenda “não pode estar associada” a partidos do grupo, como é o caso do Republicanos, do presidente da Câmara, Hugo Motta (PB).

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Líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias
Vice-líder do governo Lula na Câmara, Lindbergh Farias
Deputado Lindbergh Farias pede investigação contra Nikolas
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Deputado Lindbergh Farias pede investigação contra Nikolas

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Líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias
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Líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias

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Vice-líder do governo Lula na Câmara, Lindbergh Farias
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Vice-líder do governo Lula na Câmara, Lindbergh Farias

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Segundo Lindbergh, houve uma decisão política que mudou a postura do governo desde que o Congresso decidiu derrubar o decreto do IOF do governo, e que o PT está “ganhando a disputa” na sociedade.

“Há seis meses atrás, eram eles que estavam nas ruas. Agora somos nós. E isso é por uma decisão política. A mobilização de vocês e também do presidente Lula, desde o caso do IOF, mudou a nossa postura. Nós não somos Centrão, não podemos nos misturar com o Centrão. E toda vez que há alianças do Centrão com o bolsonarismo, nós estamos ganhando a disputa na sociedade. Foi assim na PEC da Blindagem e vai ser assim nesse caso da Dosimetria”, afirmou Lindbergh.

Lindbergh atualmente está rompido com Motta. O presidente da Câmara critica a postura do petista de recorrer ao STF contra decisões do Congresso contrárias ao governo.

Na última semana, o líder do PT foi o responsável por entrar com um mandado de segurança no Supremo contra a decisão da Casa de não cassar o mandato da deputada Carla Zambelli (PL-SP), presa na Itália e condenada no Brasil.

Por causa da ação de Lindbergh, o ministro Alexandre de Moraes ordenou que Motta cassasse, por decisão da Mesa, o mandato da bolsonarista. Neste domingo (14/12), Zambelli renunciou ao mandato.

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