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Igor Gadelha

Líder do PT quer Interpol atrás de Carla Zambelli

Líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias vai pedir à PGR que acione Interpol para prender Carla Zambelli, após deputada ter deixado Brasil

03/06/2025 12:33
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Igo Estrela/Metrópoles
Deputada federal Carla Zambelli PL-SP - Metrópoles

O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), decidiu acionar a Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Carla Zambelli (PL-SP) após a deputada anunciar ter deixado o Brasil.

Lindbergh irá pedir à PGR que solicite à Interpol a inclusão do nome da deputada bolsonarista na lista vermelha do órgão, para localizar, prender e extraditar Zambelli de volta ao Brasil.

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Deputada federal Carla Zambelli está na lista da Interpol
Deputada federal Carla Zambelli
A deputada federal Carla Zambelli foi condenada a 10 anos de prisão pelo STF
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A deputada federal Carla Zambelli foi condenada a 10 anos de prisão pelo STF

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Deputada federal Carla Zambelli está na lista da Interpol
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Deputada federal Carla Zambelli está na lista da Interpol

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Deputada federal Carla Zambelli
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Deputada federal Carla Zambelli

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

O entendimento jurídico do líder do PT na Câmara é de que Zambelli teria confirmado a fuga da Justiça e que caberia a determinação de prisão preventiva até que sua condenação transite em julgado.

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Zambelli foi condenada no Supremo Tribunal Federal (STF) pela invasão aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A deputada, porém, ainda não teve a prisão decretada.

Ação na Câmara

O líder do PT também promete protocolar um pedido de cassação do mandato de Zambelli no Conselho de Ética da Câmara, de forma semelhante ao que fez contra Eduardo Bolsonaro (PL-sP).

Após ser condenada pelo STF a 10 anos de prisão e à perda de mandato por envolvimento na invasão do sistema do CNJ,  Zambelli anunciou nesta terça-feira (3/6) que deixou o Brasil.

Como mostrou a coluna, ela está nos Estados Unidos, mas planeja viajar para a Itália, onde possui cidadania. Ela avisou, em entrevista ao canal AuriVerde, que quer “denunciar” uma suposta ditadura brasileira na Europa.