Líder de Lula lembra que Bolsonaro trocou 3 vezes comando da Petrobras
Líder do governo Lula na Câmara saiu em defesa do Planalto e lembrou que Jair Bolsonaro trocou comando da Petrobras "três vezes" em um ano

Líder do governo Lula na Câmara, o deputado José Guimarães (PT-CE) saiu em defesa do presidente da República, nesta terça-feira (14/5), após a notícia da demissão de Jean Paul Prates do comando da Petrobras.
Em discurso no plenário da Casa, Guimarães reagiu às críticas de bolsonaristas a Lula em razão da troca na presidência da estatal, lembrando que Jair Bolsonaro chegou a trocar “três vezes em um ano” o presidente da Petrobras.
“Estou achando incrível o pessoal aí. Estamos com uma herança maldita na Petrobras que vem do governo anterior. Aliás, o presidente deles demitiu o presidente da Petrobras em um ano três vezes”, disse Guimarães.
Receba no seu email as notícias da coluna Igor Gadelha
Frequência de envio: Diário
Ver todasAo longo de seus quatro anos de mandato no Planalto, Bolsonaro trocou quatro vezes o comando da Petrobras. O presidente da estatal mais longevo foi Roberto Castello Branco, que ficou no cargo entre janeiro de 2019 e abril de 2021.
Na sequência, Bolsonaro nomeou Joaquim Silva e Luna, que ficou até abril de 2022. José Mauro Ferreira Coelho ficou de abril até junho do mesmo ano. O último presidente da petroleira do governo Bolsonaro foi Caio Mário Paes de Andrade.
Entre no canal de WhatsApp da Coluna Igor GadelhaEm seu discurso no plenário da Câmara, Guimarães também questionou “qual é o problema” em trocar o presidente da Petrobras. O petista disse que “faz parte da rotina” do governo fazer a troca no comando de empresas públicas.
“Qual o problema nisso (trocar o comando da Petrobras)? Era gasolina a R$ 10. Essa é a herança de vossas excelências quando governaram a Petrobras. Porque não tinha nem presidente que durasse um ano. Faz parte da rotina. O presidente que tem poder de demitir e de nomear”, afirmou.
Demissão de Prates
Como mostrou a coluna, Lula decidiu nesta terça-feira demitir Prates da presidência da estatal. A substituta dele seráMagda Chambriard, ex-presidente da Agência Nacional do Petróleo (ANP) durante o governo Dilma Rousseff.




