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Igor Gadelha

Kassab diz que não é oportunismo PSD ter cargos no governo Lula

Gilberto Kassab afirma que presença de nomes do PSD na gestão petista é resultado de apoio em 2022 e nega oportunismo

03/07/2026 15:11, atualizado 03/07/2026 15:44
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Agência Brasil
Gilberto Kassab

O presidente do PSD, Gilberto Kassab, afirmou, em entrevista ao Metrópoles, que a participação de integrantes do partido no governo Lula durante os quatro últimos anos não foi oportunismo.

Kassab disse que a sigla não teve candidato à Presidência da República em 2022 e liberou seus filiados para escolher quem apoiar. Parte desse grupo apoiou Lula e ganhou ministérios na gestão petista.

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O presidente do PSD e pré-candidato a vice na chapa de Ronaldo Caiado à Presidência, Gilberto Kassab, em entrevista ao Metrópoles
O presidente do PSD e pré-candidato a vice na chapa de Ronaldo Caiado à Presidência, Gilberto Kassab, em entrevista ao Metrópoles
O presidente do PSD e pré-candidato a vice na chapa de Ronaldo Caiado à Presidência, Gilberto Kassab, em entrevista ao Metrópoles
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O presidente do PSD e pré-candidato a vice na chapa de Ronaldo Caiado à Presidência, Gilberto Kassab, em entrevista ao Metrópoles

Alessandra Ferreira/Metrópoles
O presidente do PSD e pré-candidato a vice na chapa de Ronaldo Caiado à Presidência, Gilberto Kassab, em entrevista ao Metrópoles
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O presidente do PSD e pré-candidato a vice na chapa de Ronaldo Caiado à Presidência, Gilberto Kassab, em entrevista ao Metrópoles

Alessandra Ferreira/Metrópoles

“O Carlos Fávaro, André de Paula, Alexandre Silveira, Otto Alencar e Antônio Brito são pessoas que apoiaram o presidente Lula. Portanto, não é nenhum oportunismo a participação deles no governo. Eles apoiaram o presidente Lula”, afirmou Kassab.

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Nessa lógica, o chefe do PSD também considera natural que esses nomes participem da campanha de reeleição de Lula em 2026, mesmo com a legenda tendo Ronaldo Caiado como candidato no pleito de outubro.

“A participação deles na campanha do presidente Lula é compreensível, não é oportunista. O PSD é um partido que está em formação e temos uma preocupação de fazer política com seriedade. É evidente que não vamos constranger esses ministros”, disse.