Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Igor Gadelha

Governo indica petista para presidir comissão da MP das Blusinhas

Governo Lula fez chegar a Hugo Motta que gostaria de ver um petista comandando a comissão que tratará da MP do fim da taxa das blusinhas

13/08/2026 05:00
KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
Governo indica petista para presidir comissão da MP das Blusinhas

O governo Lula já tem seu favorito para presidir a comissão mista da medida provisória (MP) que acaba com a taxa das blusinhas — e que precisa ser votada até 8 de setembro para não perder a validade.

Segundo apurou a coluna, o governo fez chegar ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que gostaria de ver o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) como presidente da comissão. A relatoria será do Senado.

Governo indica petista para presidir comissão da MP das Blusinhas - destaque galeria
3 imagens
Reginaldo Lopes (PT-MG)
Reginaldo Lopes (PT-MG)
Deputado Reginaldo Lopes (PT-MG)
1 de 3

Deputado Reginaldo Lopes (PT-MG)

Metrópoles
Reginaldo Lopes (PT-MG)
2 de 3

Reginaldo Lopes (PT-MG)

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Reginaldo Lopes (PT-MG)
3 de 3

Reginaldo Lopes (PT-MG)

Reprodução

Reginaldo é um dos nomes de confiança do governo Lula para pautas econômicas no Congresso Nacional. O petista foi, por exemplo, presidente da comissão especial que criou o texto da reforma tributária, votado em 2024.

A ideia inicial era instalar a comissão da MP na quarta-feira (12/8). A sessão chegou a ser aberta, presidida pelo líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), mas acabou cancelada por falta de acordo.

Entre no canal de WhatsApp da Coluna Igor Gadelha

Receba no seu email as notícias da coluna Igor Gadelha

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Motta adia escolha

Apesar de o governo ter seu favorito, Motta afirmou a interlocutores que a escolha do presidente da comissão deve ficar mesmo para a segunda semana do esforço concentrado do Congresso, entre 31 de agosto e 3 de setembro.

Dessa forma, o Congresso teria cerca de uma semana para votar o texto tanto na comissão especial quanto nos plenários da Câmara e do Senado, evitando, assim, que o imposto para compras de até 50 dólares volte a ser cobrado.