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Filiação de Alckmin faz PT e PSB dobrarem aposta por chapa única em SP

Palanque no estado é um dos imbróglios entre as siglas, que têm Fernando Haddad (PT) e Márcio França (PSB) como pré-candidatos a governador

atualizado 23/03/2022 19:01

Geraldo Alckmin exibe carteira de filiado com Márcio França em evento de filiação não apenas do ex-governador de São Paulo mas de outras personalidades ao PSB - MetrópolesRafaela Felicciano/Metrópoles

A filiação do ex-governador Geraldo Alckmin ao PSB gerou um clima de lua-de-mel entre peesebistas e petistas e fez as duas siglas dobrarem a aposta para ter um palanque único na disputa ao governo de São Paulo.

A negociação no estado é considerado o principal imbróglio entre os dois partidos, que têm o ex-prefeito Fernando Haddad (PT) e o ex-governador Márcio França (PSB) como pré-candidatos a governador.

Do lado petista, lideranças dizem que o PT está disposto a dar ao próprio França a vaga ao Senado, como o direito de indicar o candidato a vice-governador de Haddad.

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Já aliados de França viram a filiação de Alckmin ao PSB como um sinal de que Lula já estaria “convencido” de que precisa abrir seu leque em São Paulo e que, com isso, França teria melhores chances de obter votos na direita

Como mostrou a coluna, após sua filiação, Alckmin almoçou nesta quarta-feira (23/3) com lideranças do PT e do PSB para discutir as chapas entre os dois partidos nos estados.

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