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Igor Gadelha

Ex-juiz da Lava Jato no Rio perde carro blindado e segurança

Decisão de tirar carro blindado e segurança do juiz Marcelo Bretas, ex-titular da Lava Jato no Rio, é do corregedor da Justiça Federal

16/12/2024 17:16, atualizado 17/12/2024 14:23
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Reprodução/Facebook
Marcelo Bretas, ex-juiz da Lava Jato

Ex-todo poderoso juiz da operação Lava Jato no Rio de Janeiro, Marcelo Bretas perdeu o direito a carro blindado e segurança bancados pela Justiça Federal.

A decisão foi tomada nesta segunda-feira (16/12) pelo corregedor da Justiça Federal e ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Luis Felipe Salomão.

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Ministro Luis Felipe Salomão foi eleito o presidente do STJ
CNJ determinou afastamento do juiz Marcelo Bretas de suas funções em fevereiro de 2023
Juiz Marcelo Bretas, que comandou a Lava Jato no Rio, defendeu Neymar
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Juiz Marcelo Bretas, que comandou a Lava Jato no Rio, defendeu Neymar

Reprodução/Facebook
Ministro Luis Felipe Salomão foi eleito o presidente do STJ
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Ministro Luis Felipe Salomão foi eleito o presidente do STJ

Rômulo Serpa/Agência CNJ
CNJ determinou afastamento do juiz Marcelo Bretas de suas funções em fevereiro de 2023
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CNJ determinou afastamento do juiz Marcelo Bretas de suas funções em fevereiro de 2023

Reprodução CNJ

Segundo auxiliares, o corregedor avaliou que os benefícios não eram mais necessários, após Bretas postar fotos em lugares públicos, entre eles, o estádio do Maracanã.

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A decisão se baseou em um relatório da Polícia Federal apontando que o risco à segurança do juiz seria baixo, uma vez que ele não está exercendo a magistratura.

O juiz foi afastado de suas funções pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em fevereiro de 2023, quando o órgão abriu processo administrativo disciplinar contra ele.

O PAD foi aberto em 28 de fevereiro do ano passado para investigar supostas irregularidades na condução de processos no Rio de Janeiro os quais comandou.

Outro lado

Após a publicação da reportagem pela coluna, Bretas comentou a notícia nas redes sociais. Em sua conta no X, o juiz chamou vazamento da informação de “irresponsável”.

“Observo que o vazamento irresponsável dessa informação, que deveria ser sigilosa, é apenas mais uma tentativa de fustigar um juiz que ousou exercer com independência a sua função”, escreveu.

Ainda segundo o juiz, desde 4 de novembro o TRF-2 já havia decidido que era desnecessário ele ter um carro blindado e seguranças bancados pelo Judiciário.