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Igor Gadelha

Em conversa no G7, Lula diz que "nunca foi esquerdista”. Vídeo

Em conversa vazada no G7, Lula fala para diretora-geral do FMI e chanceler alemão que o mundo é do "meio" e que "nunca foi esquerdista"

, 17/06/2026 10:04, atualizado 17/06/2026 10:41
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Ricardo Stuckert / PR
Em conversa no G7, Lula diz que “nunca foi esquerdista”

Évian-les-Bains (França) — Em uma conversa durante uma reunião da cúpula do G7 na França, nesta quarta-feira (17/6), o presidente Lula afirmou que “nunca foi esquerdista”.

No momento da fala, o petista conversava com a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, e com o atual chanceler da Alemanha, Friedrich Merz.

No trecho vazado, Lula começa explicando que governos de direita, como os republicanos nos Estados Unidos e os conservadores na França, permaneceram mais tempo no poder que governos de esquerda.

O petista diz que demonstra que “o mundo não é de esquerda”, mas “de meio”. A chefe do FMI, então, relembra que, quando Lula foi eleito em 2003, havia uma expectativa de que ele fosse “um esquerdista”, o que não se confirmou.

“Mas eu nunca fui esquerdista”, responde Lula. “Eu era um dirigente sindical com uma belíssima relação com o sindicalismo alemão. Tinha uma relação boa com o sindicalismo italiano. Tinha uma relação boa com a UGT da Espanha”, respondeu o presidente.
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Lula com Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e Presidente do Conselho Europeu, António Costa na Cúpula do G7,
Lula e Emmanuel Macron na reunião do G7 na França
Reunião do G7 com a presença do presidente Lula
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Reunião do G7 com a presença do presidente Lula

Ricardo Stuckert / PR
Lula com Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e Presidente do Conselho Europeu, António Costa na Cúpula do G7,
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Lula com Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e Presidente do Conselho Europeu, António Costa na Cúpula do G7,

Ricardo Stuckert / PR
Lula e Emmanuel Macron na reunião do G7 na França
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Lula e Emmanuel Macron na reunião do G7 na França

Ricardo Stuckert / PR

Lula lembrou ainda que chegou a ser tratado como “anticomunista” na década de 1980, após recusar um convite para participar de um congresso na União Soviética e realizar uma viagem pela Europa em busca de apoio internacional.

“Em 1980, tinha um congresso na Rússia para o qual fui convidado. Eu não fui porque havia sido condenado pela Lei de Segurança Nacional. Fiz uma viagem pela Europa angariando solidariedade. E aí passei a ser tratado como anticomunista”, disse o petista.

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