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Igor Gadelha

Em campanha para STF, Pacheco faz aceno a bolsonarista

Candidato à vaga de Luís Roberto Barroso no STF, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) enviou mensagem ao líder do partido de Jair Bolsonaro

15/10/2025 02:00
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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), concede entrevista à imprensa antes de deixar cargo

Em campanha para ser indicado por Lula ao STF, o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) decidiu fazer um aceno a uma liderança bolsonarista no Congresso Nacional.

Nos últimos dias, Pacheco enviou uma mensagem para o líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), agradecendo pelos gestos públicos de apoio na disputa.

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Líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL) é alvo de investigação da PF
Para conquistar uma cadeira no STF, Messias precisa de ao menos 41 votos no plenário do Senado Federal — que tem 81 senadores.
Ministro Bruno Dantas do TCU argumentou que faltou "provas robustas" de que Aguinaldo Ribeiro "tinha ciência da ausência de contraprestação laboral". Além disso, Dantas argumentou que nos autos "não há evidências de que o Deputado tenha sido alertado pela chefia imediata"
Senador já foi presidente do Senado
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Senador já foi presidente do Senado

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL) é alvo de investigação da PF
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Líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL) é alvo de investigação da PF

Igo Estrela/Metrópoles. @igoestrela
Para conquistar uma cadeira no STF, Messias precisa de ao menos 41 votos no plenário do Senado Federal — que tem 81 senadores.
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Para conquistar uma cadeira no STF, Messias precisa de ao menos 41 votos no plenário do Senado Federal — que tem 81 senadores.

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Ministro Bruno Dantas do TCU argumentou que faltou "provas robustas" de que Aguinaldo Ribeiro "tinha ciência da ausência de contraprestação laboral". Além disso, Dantas argumentou que nos autos "não há evidências de que o Deputado tenha sido alertado pela chefia imediata"
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Ministro Bruno Dantas do TCU argumentou que faltou "provas robustas" de que Aguinaldo Ribeiro "tinha ciência da ausência de contraprestação laboral". Além disso, Dantas argumentou que nos autos "não há evidências de que o Deputado tenha sido alertado pela chefia imediata"

Divulgação/ TCU

O agradecimento se referia a uma declaração do líder do partido de Jair Bolsonaro à coluna afirmando que Pacheco seria uma opção “melhor” para o parlamento na disputa ao STF.

À coluna, o líder do PL contou ter sido procurado pelo senador via WhatsApp. “Pacheco me procurou depois das minhas falas públicas para agradecer”, relatou Sóstenes.

Além de Pacheco, disputam a indicação de Lula para a vaga de Luís Roberto Barroso na Corte o atual ministro da AGU, Jorge Messias, e o ministro do TCU Bruno Dantas.

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