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Igor Gadelha

Eduardo pede a governo Trump que não caia na "provocação" de Lula

A integrantes do governo Donald Trump, Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo disseram que presidente Lula estaria cavando o tarifaço

24/06/2026 05:30
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Reprodução / X
Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo

O ex-deputado Eduardo Bolsonaro e o jornalista Paulo Figueiredo pediram a integrantes do governo Donald Trump que não caiam no que a dupla considera uma “provocação” do presidente Lula em relação ao tarifaço.

O pedido foi feito por Eduardo e Figueiredo nas conversas que os dois tiveram com parlamentares republicanos e assessores de Trump na segunda-feira (22/6) e na terça-feira (23/6) em Washington, D.C.

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Flávio Bolsonaro, Paulo Figueiredo, Eduardo Bolsonaro e Donald Trump
Senador Flávio Bolsonaro, Paulo Figueiredo e ex-deputado Eduardo Bolsonaro com o presidente dos EUA, Donald Trump
O ex-deputado Eduardo Bolsonaro
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O ex-deputado Eduardo Bolsonaro

Vinícius Schmidt/Metrópoles
Flávio Bolsonaro, Paulo Figueiredo, Eduardo Bolsonaro e Donald Trump
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Flávio Bolsonaro, Paulo Figueiredo, Eduardo Bolsonaro e Donald Trump

Reprodução/Redes sociais
Senador Flávio Bolsonaro, Paulo Figueiredo e ex-deputado Eduardo Bolsonaro com o presidente dos EUA, Donald Trump
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Senador Flávio Bolsonaro, Paulo Figueiredo e ex-deputado Eduardo Bolsonaro com o presidente dos EUA, Donald Trump

Divulgação/Flávio Bolsonaro

Segundo aliados, o ex-deputado e o jornalista argumentaram aos auxiliares de Trump que Lula estaria cavandoo tarifaço e que, caso os Estados Unidos confirmem a medida, estariam caindo na “provocação” do petista.

Ao governo Trump, Eduardo e Figueiredo elencaram algumas atitudes de Lula no meio das negociações sobre o tarifaço para sustentar que o atual mandatário brasileiro estaria atuando para provocar a medida.

Entre es gestos, estariam as recentes críticas a Trump, a decisão de não mandar um representante para uma audiência pública sobre o tarifaço em 6 de junho e a emissão de títulos públicos em moeda chinesa.

Lula prioriza negociação direta

Como noticiou a coluna, o governo Lula decidiu não discursar na audiência por avaliar que o melhor caminho para negociação é o canal direto com a gestão Trump criado na reunião entre os dois presidentes, em maio.

Auxiliares de Lula ressaltam que representantes dos governos brasileiro e americano têm feito reuniões semanais sobre o tema, quando o Brasil apresenta os argumentos oficiais contra a proposta de tarifaço.

Além disso, auxiliares de Lula ressaltam que a audiência promovida pelos americanos é voltada para empresários e outros representantes da sociedade civil que não têm um canal direto de diálogo com o governo Trump.

Diante desse cenário, o Palácio do Planalto avalia não haver motivos para discursar na audiência. Assessores palacianos ressaltam, porém, que representantes do governo Lula acompanharão a audiência como ouvintes.

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