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Igor Gadelha

Diretor da PF fala sobre assassinato de médicos no Rio

Diretor diz que Polícia Federal (PF) interage com Polícia Civil do RJ para investigar execução de médicos em um quiosque no Rio

05/10/2023 09:50, atualizado 05/10/2023 11:00
José Cruz / Agência Brasil
PF Andrei Passos

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou à coluna, nesta quinta-feira (5/10), já ter determinado que a equipe da corporação no Rio de Janeiro inicie as diligências para apurar a morte de três médicos na cidade.

A determinação foi para que a equipe da PF interaja com a Polícia Civil fluminense para buscar informações sobre o crime. “Determinei que nossa equipe do RJ interaja com a PC para, inicialmente, buscar informações do ocorrido”, disse.

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Daniel Sonnewend
Sâmia Bonfim e Diego Bonfim
Médico paulista Marcos Andrade Corsato, 63 anos, executado em quiosque do Rio de Janeiro
Médicos executados em quiosque no Rio de Janeiro: Diego Ralf Bomfim, Marcos de Andrade Corsato, e Perseu Ribeiro Almeida,
Médicos executados em quiosque no Rio de Janeiro tiraram fotos pouco antes do crime
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Médicos executados em quiosque no Rio de Janeiro tiraram fotos pouco antes do crime

Redes sociais/Reprodução
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Reprodução/TV Globo
Sâmia Bonfim e Diego Bonfim
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Sâmia Bonfim e Diego Bonfim

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Médico paulista Marcos Andrade Corsato, 63 anos, executado em quiosque do Rio de Janeiro
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Médico paulista Marcos Andrade Corsato, 63 anos, executado em quiosque do Rio de Janeiro

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Médicos executados em quiosque no Rio de Janeiro: Diego Ralf Bomfim, Marcos de Andrade Corsato, e Perseu Ribeiro Almeida,
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Médicos executados em quiosque no Rio de Janeiro: Diego Ralf Bomfim, Marcos de Andrade Corsato, e Perseu Ribeiro Almeida,

Reprodução/Redes sociais

PF procurada pelo ministro da Justiça

Rodrigues relatou ter sido procurado, na manhã desta quinta, pelo ministro da Justiça, Flávio Dino, que pediu que a PF entrasse no caso, após vir à tona que um dos três médicos mortos é irmão da deputada federal Sâmia Bomfim (PSol-SP).

Questionado pela coluna se vê indícios de execução dos médicos, o diretor-geral da PF foi mais comedido que Dino e evitou comentar. Mais cedo, o ministro da Justiça se referiu ao crime nas redes sociais como uma “execução”.

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