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Eleições 2026Igor Gadelha

Defesa tímida de Flávio por aliados do PL incomoda campanha

Campanha de Flávio Bolsonaro reclama que parlamentares mais distantes têm defendido o senador de forma mais enfática que aliados próximos

16/05/2026 07:00, atualizado 16/05/2026 09:24
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Breno Esaki/Metrópoles
Flávio Bolsonaro - Metrópoles

Integrantes da campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) estão incomodados com a reação tímida de aliados próximos do senador em defesa dele, após o vazamento de mensagens do presidenciável ao banqueiro Daniel Vorcaro.

Nos bastidores, caciques importantes da campanha reclamam que parlamentares mais distantes, como Sergio Moro, têm defendido o filho “01” do ex-presidente Jair Bolsonaro de forma mais enfática que aliados próximos.

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Pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL)
Defesa tímida de Flávio por aliados do PL incomoda campanha - imagem 3
Flávio Bolsonaro e Sergio Moro
O anúncio foi feito após as revelações da relação entre Flávio Bolsonaro e Vorcaro
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O anúncio foi feito após as revelações da relação entre Flávio Bolsonaro e Vorcaro

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Pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL)
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Pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL)

Breno Esaki/Metrópoles
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Flávio Bolsonaro e Sergio Moro
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Flávio Bolsonaro e Sergio Moro

Igo Estrela/Metrópoles

Na avaliação dos auxiliares de Flávio, lideranças do PL ligadas ao senador têm optado por uma defesa política tímida do presidenciável por temor de que o episódio contamine suas próprias campanhas em seus estados.

A leitura na campanha é de que é preciso mobilizar aliados para defender Flávio enfaticamente, pois o episódio do vazamento do áudio e mensagens a Vorcaro seria mais uma crise política do que jurídica.

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Esse diagnóstico foi feito pelo líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), na reunião de emergência realizada por Flávio na tarde da quarta-feira (13/5), logo após o site Intercept Brasil divulgar as mensagens.

Ao ver a equipe jurídica da campanha chegando para a reunião, Sóstenes questionou, em tom de brincadeira, para que tantos advogados presentes, se o problema de Flávio seria político, e não jurídico.