Igor Gadelha

CPMI do INSS marca sessão final para tentar votar relatório

Com governistas articulando relatório alternativo, cúpula da CPMI marca duas sessões para leitura e votação do texto de Alfredo Gaspar

atualizado

metropoles.com

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1 de 1 Senador Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS - Metrópoles - Foto: <p>HUGO BARRETO / METRÓPOLES<br /> @hugobarretophoto</p><div class="m-banner-wrap m-banner-rectangle m-publicity-content-middle"><div id="div-gpt-ad-geral-quadrado-1"></div></div>

A cúpula da CPMI do INSS definiu como serão as últimas sessões do colegiado, na tentativa de aprovar o relatório do deputado Alfredo Gaspar (União-AL) sobre o escândalo dos descontos irregulares em benefícios de pensionistas.

O presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG), marcará duas sessões para apreciação do relatório. A primeira, na quarta-feira (25/3), será destinada à leitura do texto final da comissão de inquérito.

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A sessão acontecerá às 17h. Na quinta-feira (26/3), será convocada uma nova reunião da CPMI, desta vez para a votação do texto. Como mostrou a coluna, o governo Lula deverá apresentar um relatório alternativo ao de Gaspar.

Há, entretanto, conversas nos bastidores entre a cúpula da comissão e governistas para tentar aprovar o relatório por consenso. Entretanto, é provável que existam divergências sobre os indiciamentos desejados pela oposição e governo.

Por exemplo, no texto do relator deverá ser incluído o indicamento de Fábio Luís da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula, que mantinha relação com Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”.

Já sobre o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, Gaspar admite, nos bastidores, que não tem material suficiente para seu indiciamento. Ele deverá tratar a relação do banco com os descontos de forma mais genérica.

Governistas em maioria

O maior problema da cúpula da CPMI é que o governo possuí maioria na comissão. Entretanto, a oposição conseguiu, em duas ocasiões, articular para derrotar os aliados de Lula no colegiado.

A primeira foi justamente na primeira sessão da CPMI, quando foi feito um acordo nos bastidores que elegeu Viana como presidente, ao invés do senador Omar Aziz (PSD-AM). A segunda foi na votação de 87 requerimentos, incluindo a quebra de sigilo de Lulinha, que acabaram derrubados pelo ministro do STF Flávio Dino.

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