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Igor Gadelha

Com crise do INSS, Lula vai lançar plano para idosos e mulheres

Na mira da crise com idosos do INSS e com a popularidade em queda entre mulheres, governo Lula planeja lançar programa para os dois públicos

19/05/2025 05:30, atualizado 19/05/2025 16:01
Ricardo Stuckert / PR
Lula

Com a popularidade em queda entre as mulheres e na mira da crise do INSS envolvendo idosos, o governo Lula planeja lançar, nos próximos dias, o chamado Plano Nacional de Cuidados, ação voltada para esses dois tipos de públicos.

Intitulada Brasil que Cuida, a iniciativa, que já está na mesa de Lula, foi elaborada pelos ministérios das Mulheres e do Desenvolvimento Social para oferecer assistência às pessoas que necessitam de cuidados e àquelas que cuidam de forma não remunerada.

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Lula reafirma candidatura em 2026
Ministro Wellington Dias elabora ação
Márcia Lopes, nova ministra das Mulheres, também elabora o plano
Lula é maior liderança do PT
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Ministro Wellington Dias elabora ação
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Reprodução
Márcia Lopes, nova ministra das Mulheres, também elabora o plano
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Márcia Lopes, nova ministra das Mulheres, também elabora o plano

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

O plano envolve a ampliação da cobertura na jornada de creches e instituições de educação infantil, a criação de novos centros para pessoas idosas e com deficiências e o aumento do número de lavanderias coletivas, restaurantes populares, cozinhas solidárias e comunitárias e hortas comunitárias.

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O governo quer ainda elaborar uma campanha nacional de valorização do trabalho de cuidados e das cuidadoras.

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Em 2024, ao sancionar a Lei nº 15.069, que institui a Política Nacional de Cuidados, Lula afirmou que todo o investimento feito nessa ação iria trazer “qualidade de vida para as mulheres”.

“O que é importante é a gente dizer à opinião pública que o Estado vai cuidar dessas pessoas e vai tirar a invisibilidade tanto da pessoa que precisa de cuidado quanto das pessoas que cuidam. Esse dinheiro é investimento na qualidade de vida das pessoas que trabalharam tanto, que dedicaram tanto tempo para construir esse Brasil”, declarou Lula em vídeo nas redes sociais, ao sancionar a lei.

Aumenta rejeição entre mulheres

Como o Metrópoles mostrou, a última pesquisa Quaest mostrou que, pela primeira vez desde fevereiro de 2024, o percentual de mulheres que desaprovam o governo Lula ultrapassou a aprovação: 53% de avaliação negativa contra 43% positiva.

Divulgado em abril, o  levantamento da Quaest preocupou integrantes do governo. Com os números ruins, Lula chegou, inclusive, a trocar o comando do Ministério das Mulheres, que passou a ser ocupado pela petista Márcia Lopes.