Igor Gadelha

Citado no caso Odebrecht, Geddel posa com Lira em leilão da empresa

Ex-ministro Geddel Vieira Lima posou ao lado de Arthur Lira durante leilão de gardo promovida por uma empresa do grupo Odebrecht

atualizado

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Citado em casos de corrupção envolvendo a antiga Odebrecht, o ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB) posou ao lado do ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL) durante um leilão promovido pelo grupo.

Geddel e Lira participaram de um leilão de gado promovido pela “EAO Agropecuária“, empresa do grupo da empreiteira, nos dias 12 a 13 de julho, em uma fazenda no interior da Bahia.

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Ex-ministro de Lula e Temer, Geddel Vieira Lima tem influência sobre a a pasta do governo que nomeou o ex-prefeito, José Bonifácio Marques Dourado
Arthur Lira e Geddel Vieira Lima
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Daniel Ferreira/Metrópoles
Ex-ministro de Lula e Temer, Geddel Vieira Lima tem influência sobre a a pasta do governo que nomeou o ex-prefeito, José Bonifácio Marques Dourado
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Ex-ministro de Lula e Temer, Geddel Vieira Lima tem influência sobre a a pasta do governo que nomeou o ex-prefeito, José Bonifácio Marques Dourado

Valter Campanato/Agência Brasil
“Com o amigo deputado Arthur Lira no leilão da EAO, que foi um verdadeiro show de organização e apresentou uma genética de primeríssima qualidade”, escreveu Geddel na legenda da foto.

Fundada em 1994 pelo empresário Emílio Odebrecht, o grupo EAO Agropecuária atua no ramo da pecuária, agricultura e haras. A empresa é administrada atualmente pelo empresário Maurício Odebrecht.

Geddel e Odebrecht

Em 2018, a Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou Geddel, seu irmão Lúcio Vieira Lima e a mãe deles, Marluce,  por lavagem de dinheiro e associação criminosa por suposto recebimento de propina da Odebrecht.

Segundo a denúncia, os indícios mostram que Geddel e Lúcio foram beneficiados por propina da empreiteira. A mãe deles, segundo a Procuradoria, seria a responsável por armazenar em sua residência os recursos ilícitos.

Foi nessa investigação que a Polícia Federal (PF) realizou, em 2017, a célebre operação em que apreendeu R$ 51 milhões guardados em mala em um apartamento em Salavador.

A coluna procurou a defesa de Geddel, mas não obteve retorno até o final desta publicação. O espaço segue aberto para eventuais manifestações do ex-ministro emedebista.

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