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Campanha de Bolsonaro evita comentar morte de apoiador de Lula no PR

Ordem no Planalto e campanha do presidente é aguardar o desenrolar das investigações sobre o crime antes de comentar

atualizado 10/07/2022 17:09

Presidente Jair Bolsonaro durante Solenidade alusiva à Política Nacional para Recuperação das Aprendizagens na Educação Básica e ao MECPlace no palacio planalto em brasília Hugo Barreto/Metrópoles

Integrantes do Palácio do Planalto e da campanha à reeleição do presidente Jair Bolsonaro combinaram de não comentar publicamente, ao menos no curto prazo, o assassinato de um apoiador do ex-presidente Lula por um bolsonarista nesse sábado (9/7), em Foz do Iguaçu, no Paraná.

A ordem no Planalto e na campanha é aguardar o desenrolar das investigações antes de fazer comentários públicos. “Tem que esperar a investigação para saber se foi mesmo um crime político”, afirmou à coluna um auxiliar presidencial que trabalha na campanha.

O assassinato ocorreu na noite desse sábado durante a festa de aniversário de 50 anos do guarda municipal e tesoureiro do PT em Foz do Iguaçu, Marcelo Arruda. A comemoração tinha como tema o PT e fazia várias referências a Lula. O atirador, identificado como Jorge José Guaranho, foi baleado por Marcelo, que reagiu após ser atacado.

Inicialmente, a polícia disse que Guaranho tinha morrido. Contudo, retificou a informação horas depois e afirmou que o agressor encontrava-se internado.

Segundo relatos, por volta das 23h, Guaranho, que é policial penal federal, invadiu a festa e atirou em Marcelo, que revidou. A confraternização era promovida na Associação Recreativa Esportiva Segurança Física Itaipu (Aresfi), em Foz do Iguaçu. A festa tinha cerca de 40 convidados.

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