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Bolsonaro diz a ministros que deve voltar a despachar nesta quinta

Presidente Jair Bolsonaro pretende voltar a trabalhar em Brasília a partir desta quinta-feira (6/1), um dia após ter alta hospitalar

atualizado

Fábio Vieira/Metrópoles
Bolsonaro deixou o hospital com escolta após ficar dois dias internado em SP

O presidente Jair Bolsonaro disse a ministros e auxiliares que pretende voltar a despachar já a partir desta quinta-feira (6/1), um dia após ter alta hospitalar.

A expectativa, no entanto, é de que, nos primeiros dias, Bolsonaro permaneça no Palácio da Alvorada, residência oficial, e não vá ao Palácio do Planalto, onde trabalha em dias normais.

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O presidente recebeu alta na manhã desta quarta-feira (5/1) do Hospital Vila Nova Star, onde estava internado desde segunda-feira (3/1) com quadro de obstrução intestinal.

Ainda na terça-feira (4/1), a coluna noticiou que ministros e auxiliares presidenciais que dão expediente no Planalto já esperavam a alta de Bolsonaro para esta quarta-feira.

Bolsonaro rebate críticas

Ao deixar o hospital, o chefe do Palácio do Planalto rebateu críticas de opositores de que teria usado a internação para relembrar a facada que sofreu em 2018 e, assim, ganhar dividendos eleitorais.

“Isso é um desrespeito ao doutor Macedo [médico Luiz Antônio Macedo]. Querem politizar uma tentativa de homicídio”, afirmou Bolsonaro em entrevista à imprensa após ter tido alta hospitalar.

Na entrevista, o presidente também saiu em defesa da ministra da Secretaria de Governo, Flávia Arruda, alvo de pedidos de demissão por parte de algumas lideranças partidárias da Câmara.

“Onde a Flávia Arruda está errando? Desconheço. Se estiver ruim, eu chamo e converso com ela, ela jamais será demitida pela imprensa”, declarou Bolsonaro.

A defesa de Bolsonaro vem em meio à estratégia de silêncio de Flávia Arruda. Como mostrou a coluna mais cedo, a ministra definiu com seus auxiliares que não vai responder publicamente aos deputados.

A avaliação no entorno da ministra é de que não vale a pena “esticar a corda”, pois a pressão pela demissão estaria vindo de um único líder que não teria tido uma demanda política “individual” atendida pelo governo.

 






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