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Igor Gadelha

Bia Kicis cria projeto que impediria intimação de Bolsonaro na UTI

Deputada Bia Kicis apresenta projeto que, caso estivesse em vigor, impediria o ministro Alexandre de Moraes de intimar Jair Bolsonaro na UTI

25/04/2025 02:00, atualizado 25/04/2025 15:25
Reprodução
Michelle Bolsonaro intimação UTI

A deputada Bia Kicis (PL-DF), uma das representantes da bancada bolsonarista na Câmara, protocolou nesta quinta-feira (24/4) um projeto que, caso já estivesse em vigor, impediria a intimação de Jair Bolsonaro na UTI.

Apesar de não citar nominalmente a decisão do ministro do STF, Alexandre de Moraes, de intimar Bolsonaro, o projeto de Kicis impede qualquer intimação judicial de pacientes que estejam em tratamento intensivo.

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Com máscara, oficial de Justiça conversa com funcionário do DF Star para tentar intimar Bolsonaro
Cumprindo ordens, oficial de Justiça tenta intimar Bolsonaro
Bolsonaro ainda está internado no hospital DF Star
Jair Bolsonaro assina intimação em quarto de UTI
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Jair Bolsonaro assina intimação em quarto de UTI

Reprodução/X
Com máscara, oficial de Justiça conversa com funcionário do DF Star para tentar intimar Bolsonaro
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Com máscara, oficial de Justiça conversa com funcionário do DF Star para tentar intimar Bolsonaro

Coluna Paulo Cappelli
Cumprindo ordens, oficial de Justiça tenta intimar Bolsonaro
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Cumprindo ordens, oficial de Justiça tenta intimar Bolsonaro

Coluna Paulo Cappelli
Bolsonaro ainda está internado no hospital DF Star
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Bolsonaro ainda está internado no hospital DF Star

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Além disso, o texto estipula que, para intimar pacientes internados, será necessária a autorização do diretor da instituição e do médico responsável.

“Embora a jurisprudência pátria já reconheça a necessidade de cautela e razoabilidade na realização de atos processuais em ambiente hospitalar, a legislação atual é omissa quanto à proibição expressa de citação em casos de saúde crítica. Tal lacuna pode dar margem a interpretações que violam direitos fundamentais, expondo o paciente a constrangimentos físicos e psicológicos incompatíveis com sua condição”, afirma a deputada.

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Em caso de descumprimento, o projeto prevê a “nulidade do ato”, além da “responsabilização funcional do servidor ou autoridade” que determinou a intimação.

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“É inaceitável que um indivíduo, em situação de vulnerabilidade extrema, possa ser submetido a um ato formal como a citação judicial sem a devida avaliação médica e sem o crivo de uma autorização judicial fundamentada”, conclui Kicis.