Igor Gadelha

Bancos buscam Febraban e advogados para entender Lei Magnitsky

Febraban reuniu representantes de bancos na quarta-feira (30/7) para explicar efeitos da Lei Magnitsky após sanção a Alexandre de Moraes

atualizado

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Alexandre de Moraes
1 de 1 Alexandre de Moraes - Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

Bancos brasileiros recorreram à Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) e a escritórios internacionais de advocacia, nos últimos dias, para entender os efeitos da aplicação da Lei Magnitsky sobre o ministro do STF Alexandre de Moraes.

Segundo apurou a coluna, a Febraban realizou reunião com integrantes das áreas jurídicas de alguns bancos na própria quarta-feira (30/7), horas após o governo Donald Trump confirmar a aplicação da lei contra Moraes.

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Alexandre de Moraes investiga Eduardo Bolsonaro por tentativa de coação no curso do processo do golpe
Ministro Alexandre de Moraes  é alvo de sanções articuladas por Eduardo Bolsonaro nos EUA
O presidente dos EUA, Donald Trump
O ministro Alexandre de Moraes foi notificado oficialmnte sobre as demissões de Torres e Ramagem
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Ministro Alexandre de Moraes  é alvo de sanções articuladas por Eduardo Bolsonaro nos EUA
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Reprodução
O presidente dos EUA, Donald Trump
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O presidente dos EUA, Donald Trump

Anna Moneymaker/Getty Images

Um alto executivo de um dos bancos participantes da reunião disse à coluna que, a princípio, o entendimento seria de que a lei não atinge movimentações financeiras do ministro do STF dentro do Brasil, mas apenas no exterior.

Procurada, a Febraban informou à coluna que “a todo tempo se reúne com seus bancos associados sobre temas que possam afetar o setor bancário” e disse que não cabe à entidade emitir recomendações.

“Em síntese, a Febraban não se pronuncia sobre quaisquer aspectos específicos de transações, permitidas ou vedadas, afetas a relacionamento de bancos com seus respectivos clientes, que estão protegidas por sigilo bancário”, disse a entidade em nota.

Bancos buscam escritórios internacionais

Além da Febraban, a coluna apurou que alguns bancos, como a Caixa Econômica, encomendaram parecer de bancas jurídicas internacionais sobre os efeitos da Lei Magnitsky, que é americana, sobre o sistema financeiro de outros países.

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