Igor Gadelha

Auxiliares de Lula veem Lulinha como ativo eleitoral para o pai

Ideia dos auxiliares de Lula é fazer uma comparação do tratamento dado pelo presidente a Lulinha com a forma com que Bolsonaro tratou Flávio

atualizado

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Lulinha
1 de 1 Lulinha - Foto: Reprodução

Aliados e auxiliares do presidente Lula avaliam que Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. pode ser usado como um “trunfo” durante a campanha do pai à reeleição em 2026.

Na avaliação do entorno do presidente, Lulinha já foi um “grande problema”. Hoje, contudo, já seria um “problema menor”, na medida em que estaria sendo “desmistificado”.

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Presidente Lula (PT)
Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha
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Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, recebeu repasses de R$ 2,3 milhões de empresa na mira da CPMI do INSS
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Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, recebeu repasses de R$ 2,3 milhões de empresa na mira da CPMI do INSS

Danilo M. Yoshioka/ Especial Metrópoles
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HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha
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Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha

JUCA VARELLA/ESTADÃO CONTEÚDO
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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

Sob reserva, auxiliares presidenciais avaliam como positivo o fato de a defesa de Lulinha colocá-lo à disposição para prestar depoimento no STF sobre a “Farra do INSS”.

Assessores de Lula apontam ainda que a própria quebra de sigilo do filho do presidente também teria sido um ganho político, por não ter demonstrado relação com o caso.

Diante desse cenário, aliados defendem que seria possível explorar na campanha a reação de Lula no caso filho e compará-la a com a de Jair Bolsonaro com o filho Flávio.

Quando estava na presidência, Jair Bolsonaro foi acusado de atuar para tentar blindar Flávio Bolsonaro, que era alvo da investigação sobre o caso das rachadinhas.

Mudança de estratégia

Como noticiou a coluna, a postura colaborativa da defesa de Lulinha no inquérito da “Farra do INSS” mira tanto uma estratégia jurídica quanto política.

Na esfera jurídica, o objetivo é evitar que o STF ordene medidas mais duras contra Lulinha, como busca e apreensão, tornozeleira eletrônica ou até prisão preventiva.

Já no campo político, a estratégia seria antecipar o debate sobre o tema e, assim, tentar evitar que a discussão se prolongue até o início da campanha eleitoral.

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