Igor Gadelha

Fofocas e vida privada de terceiros não interessam à PF, diz diretor

Diretor-geral da PF reagiu a críticas à corporação após CPMI do INSS ter acesso a vídeos íntimos de Daniel Vorcaro e fotos de políticos

atualizado

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Diretor geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Ricardo Lewandowski Polícia Federal abra um inquérito para investigar a rede de distribuição de bebidas alcoólicas adulteradas com metanol Metropoles 1
1 de 1 Diretor geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Ricardo Lewandowski Polícia Federal abra um inquérito para investigar a rede de distribuição de bebidas alcoólicas adulteradas com metanol Metropoles 1 - Foto: BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, reagiu às críticas à corporação após a CPMI do INSS ter acesso a vídeos íntimos de Daniel Vorcaro e a fotos de políticos armazenados no celular do banqueiro.

À coluna, Andrei afirmou que a PF vai focar na investigação da fraude bilionária contra o sistema financeiro cometida pelo Banco Master e que fatos relacionados à vida privada de terceiros não interessam.

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Membros da CPMI do INSS se dirigem à sala-cofre de documentos sigilosos
Aviso na porte que dá acesso à sala-cofre de documentos da CPMI
Daniel Vorcaro
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Membros da CPMI do INSS se dirigem à sala-cofre de documentos sigilosos

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Aviso na porte que dá acesso à sala-cofre de documentos da CPMI
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Aviso na porte que dá acesso à sala-cofre de documentos da CPMI

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“Vamos focar no que interessa, que é uma fraude bilionária contra o sistema financeiro. Fofocas e vida privada de terceiros não interessam à PF“, afirmou o diretor.

Andrei também reagiu ao movimento de alguns setores políticos e até do Judiciário para tentar abafar a investigação. Segundo o diretor, só o STF pode dizer se a Polícia pode ou não investiar quem tem foro privilegiado.

“Seguimos a lei e a Constituição. Ou seja, só o STF poderá dizer se podemos investigar pessoas com prerrogativa de foro“, declarou o delefado.

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